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Urnas
Crescimento do eleitorado goiano está acima da média nacional, aponta TRE

Quantitativo de eleitores goianos sem dados biométricos coletados se mantém na faixa de 7,5% das eleições 2022

Faltou dizer
Processo de afunilamento das pré-candidaturas já ameaça fazer primeiras vítimas

Dois meses antes das convenções partidárias, ao menos três pré-candidatos já estão na mira do afunilamento e tendem a ser incorporados

Composição
Leonardo Rizzo admite interesse de ser vice na chapa de Mabel, Vanderlan ou Gayer

"É uma questão de esperar a coisa acontecer, seria um prazer muito grande ser vice de qualquer um deles", disse Rizzo

Opção Play
Gustavo Sebba: “É perigoso falar em intenção de voto agora”

Questionado sobre os baixos índices de intenção de voto que o partido apresenta até o momento, Sebba respondeu que "é perigoso falar em intenção de voto agora". Porque cada município tem suas próprias particularidades.

Interior
Presidente da Câmara de Mairipotaba acusa pré-candidato da oposição de agressão

Segundo o denunciante, ele já vinha recebendo ameaças há dias

Governo Federal
Lula anunciará aumento de verbas e obras para universidades em meio à greve

Atualmente, o orçamento de custeio é de R$ 6,8 bilhões

Política
“Não existe diálogo político nem com Governo Federal, nem com Governo Estadual”, diz Gustavo Sebba sobre PSDB

"O nosso ex-governador sempre teve relacionamento com todos os partidos. Mas, evidentemente, a posição política do partido é bem definida, somos oposição ao Governo Federal, somos oposição ao Governo Estadual, e assim permaneceremos"

Pré-candidato
Forças da segurança devem colaborar com plano de governo de Sandro Mabel

Pré-candidato busca uma participação ativa das forças de segurança do Estado

Eleições 2024
Visita de Gayer à Câmara é marcada por discurso frio e baixa adesão de vereadores

Em seu discurso, de pouco mais de três minutos, ele não se colocou na fala de pouco mais de três minutos, como futuro prefeito de Goiânia.

Caicai Toledo
Caso Escobar
Cacai Toledo é preso pela Polícia Civil após seis meses foragido

Cacai Toledo foi preso após seis meses foragido, Polícia Civil não deu mais detalhes e ainda cumpre diligências do caso

POLÍTICA
Seis delegados pedem afastamento para disputar eleições municipais; veja quem são

Prazo para a licença de servidores públicos que pretendem disputar mandatos eletivos vai até julho

Faltou Dizer
Indústria brasileira da tributação: sobreviva, se for capaz

Que o Congresso brasileiro é subserviente ao poder executivo – em todas as legislaturas – não é novidade. Tanto a Câmara alta, quanto a baixa, tem legislado em favor dos seus próprios interesses ou votado mediante “trocas”. Os oposicionistas das eleições, transformam-se em aliados durante o curso dos mandatos.

Na última terça, 28/05, o texto que trata da alíquota de 20% sobre o imposto de importação para aquisições em sites internacionais de até US$ 50 dólares, foi aprovado pela Câmara dos Deputados, e agora segue para apreciação no Senado. O texto acaba com a isenção de tributos federais para compras estrangeiras. Na ocasião, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, disse acreditar que o presidente Lula não vetará a lei. Segundo ele, a alíquota atende parcialmente às necessidades da indústria nacional, e acredita que o presidente Lula não vetará a proposta. “O meu entendimento é que ele não vetará, porque isso foi aprovado praticamente por unanimidade. Foi um acordo de todos os partidos políticos e acho que foi um acordo inteligente”, pontuou.

Confederação da Indústria considera 20% muito pouco e defende 60%

Paralelamente, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) expressou insatisfação com a alíquota de 20%, ou seja, mais um defendendo os próprios interesses, em detrimento do contribuinte. Em nota publicada em seu site, a CNI classificou a taxa como “insuficiente”. Diz que as entidades empresariais reconhecem a complexidade das negociações políticas, mas argumentam que a alíquota estabelecida não resolve a questão da competitividade entre os produtores nacionais e internacionais, uma vez que ainda é inferior aos impostos pagos pelos produtos brasileiros. Na visão da instituição, o projeto original com alíquota de 60%, seria o mais plausível. “Não se pode garantir a preservação dos empregos. Os empregos vão sofrer, porque a indústria brasileira, comércio e agronegócio não têm condições equilibradas de tributação para competir com o produto importado, que entrará subsidiado no país. Vamos trabalhar para que os governadores entendam a importância de manter empregos nos seus estados e buscar a equalização do ICMS, além de continuar no esforço de sensibilizar o Congresso e o governo dessa real necessidade de equalização”, afirmou o presidente da CNI, Ricardo Alban.

Ricardo Alban - Presidente CNI - Foto divulgação CNI

Criar taxações ou novos impostos é, no mínimo, draconiano

É forçoso lembrar a postura do governo federal entre 2019 e 2022. No último ano daquele governo, a pressão da indústria brasileira já existia e queriam taxar “Shopee”, “Ali Express” e “Shein”. O presidente relutou, à época, sob o argumento que não iria taxar os mais humildes. Nada mais lógico e justo. Ao se pronunciar, na última quarta, 29/05, sobre o referido tema, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi enfático: “Não podemos mais aumentar a carga tributária no Brasil, como lá atrás, nós tínhamos resolvido a questão do DPVAT e voltou a valer o imposto para vocês agora. Tínhamos também zerado impostos nos combustíveis, gasolina, diesel, etanol e, também, gás de cozinha e ele voltou a cobrar impostos desses produtos também. Nós estávamos fazendo a reforma tributária diminuindo essa carga, mas esse cara que está lá agora, faz exatamente o contrário” pontou o ex-gestor brasileiro.

Não se trata aqui de se posicionar favorável ao governo A ou B, mas sim em favor da população, ora contribuinte. Já dizia o velho ditado: “Quem não tem competência, não se estabelece”. O valor de U$ 50 doláres é irrisório, mas as garras tributárias do leão avançam, mesmo assim, sobre o pequeno importador. Um golpe na jugular do “pobre eleitor” que, quase sempre, não se sente representado pelos escolhidos das urnas. O governo federal deveria encontrar outros mecanismos, outros fabricantes, incentivar a produção ou adotar medidas colaborativas semelhantes. Aumentar – e neste caso, criar – novas taxações é, no mínimo, um retrocesso.

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Faltou dizer
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Patria amada e ordem e progresso virou texto de slogan.