Resultados do marcador: Política
A escolha dos juízes foi através de critérios de merecimento e antiguidade
O estudo detecta que em cerca de cinco anos já haveria alto risco de apagões por conta do déficit na oferta de energia
Santana Pires deixa a presidência do partido por determinação da Justiça Eleitoral pela segunda vez
Fontes ligadas ao governo do Estado revelaram à reportagem que tanto Fred Rodrigues quanto outros membros do PL, como Gustavo Gayer, mantêm conversas com o núcleo duro de Sandro Mabel
Ele destacou que pretende desburocratizar a máquina pública para facilitar a vida dos empreendedores
Evento contou com a presença do presidente da sigla na capital, Jorge Dias, e da pré-candidata a prefeita, além de reunir diversas lideranças municipais e correligionários
Pelo perfil técnico, Hummel ficou responsável pela elaboração do plano de governo de Vanderlan
A defesa do nome de Cruz para a disputa pelo Paço vai contra uma decisão do próprio partido que não deu a legenda para que Cruz disputasse a eleição municipal deste ano
O partido de oposição Vontad Popular denunciou que o Freddy Superlano foi detido pelas forças de segurança venezuelanas nesta terça-feira, 30. Um vídeo publicado pela sigla mostra o momento que o carro onde o político estava é interceptado pelos militares e ele é retirado à força e colocado em um caminhão. Durante a abordagem, ele se desfaz do celular.
Veja o momento da prisão
Quem é Freddy Superlano
Superlano é fundado do partido criado em Barinas, no sudoeste do País. Ele é formado em engenharia de sistema e educação e atuou como professor. Foi deputado da Assembleia Nacional da Venezuela após ser eleito em 2015.
Apesar de ter vencido o pleito que disputou em 2021, ele foi inabilitado para exercer cargos públicos pelo Supremo Tribunal de Justiça. Superlano também se candidatou ao governo de Barinas, mas foi derrotado por Argenis Chávez, irmão do falecido presidente Hugo Chávez.
O partido de Freddy disse, após a prisão, que o País enfrenta uma "escalada repressiva" em meio aos protestos contra a reeleição de Nicolás Maduro. "Devemos denunciar responsavelmente ao país que há poucos minutos foi sequestrado o nosso coordenador político nacional, Freddy Superlano".
"Exigimos a sua libertação imediata e o respeito pelos seus direitos humanos, esta escalada de repressão e perseguição por parte de Nicolás Maduro deve parar e reconhecer que o povo venezuelano decidiu mudar, e que a mudança é irreversível. O mundo inteiro está assistindo", comentou o partido.
Presos em protesto
Segundo a ONG Fórum Penal, 749 pessoas foram detidas desde segunda-feira, 29. Foram registrados ainda seis óbitos. A informação foi confirmada pelo procurador-geral do Ministério Público, Tarek William Saab que relatou ainda 48 militares feridos durante os protestos que contestam o resultado das eleições no País.
O Itamaraty emitiu um alerta na noite desta segunda-feira, 29, para brasileiros residentes ou que planejam viagem ao País. "Em vista dos recentes acontecimentos na Venezuela, o Ministério das Relações Exteriores recomenda que brasileiros e brasileiras residentes, em trânsito ou com viagem marcada no país acompanhem a página e as mídias sociais da Embaixada do Brasil em Caracas, mantenham-se informados sobre a situação de segurança nas áreas onde se encontram e evitem aglomerações", diz o comunicado.
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O ritmo da política é diferente para quem está na política ou para quem acompanha, como nós da imprensa, por exemplo. Ano que eleição é aquele frisson, quando nós (jornalistas) achamos que as coisas estão meio paradas em plena pré-campanha é porque tem muita coisa acontecendo nos bastidores da política.
Para a população o tempo da política só chega de fato a cada dois anos, a partir de agosto, quando começa a campanha eleitoral na TV e também quando a gente começa a ver os carros adesivados com uma salada de números e cores. Para alguns o ritmo político só começa, de fato, na véspera da eleição.
Acompanhamos de perto para não perder nada, mas acho que de 2022 esse pedágio eleitoral de 2024 começou muito cedo, saturou, cansou, porém é mais importante do que nunca para o que irá acontecer em 2026.
A eleição deste ano começou a ser discutida muito cedo e de forma rasa, no final de outubro de 2022. Sempre se discutiu nomes, composições políticas, o que será da oposição ante ao conservadorismo pedante e chato do eleitorado goiano? Para onde irá a esquerda e o que será da direita?
A parte ruim disso é que para as eleições de 2024 começou-se a discutir os problemas da cidade muito tarde. Passamos pouco menos de quatro anos de uma gestão forasteira, desgastada e suspeita no poder. Lógico, não é e nunca foi difícil achar um problema na cidade.
O fato é que Goiânia nunca esteve tão suja, feia e mal cuidada como está agora. É injusto atribuir isso apenas à gestão do prefeito Rogério Cruz (SD). O problema da gestão de Goiânia vem de anos de administração que fez só o que pode para apresentar um projeto de cidade a longo prazo.
O próximo prefeito vai pegar uma verdadeira bomba para administrar, porque com um apetite voraz dos vereadores para negociar e fazer lobby é complicado executar um plano de cidade que atenda as necessidades da população no lugar de favorecer o setor imobiliário e a si próprio.
Rogério Cruz, se tinha pretensões políticas, não as tem mais. De fato essa foi uma das piores gestões que Goiânia já teve, só não dá para cravar que foi a pior, porque ainda temos cinco meses de governo e dois meses de eleições.
E a nós eleitores o que resta? Quando chegar em meados de setembro ou agosto a população ter entendido que a vereança é muito importante para nossa qualidade de vida. Não basta escolher, mas é preciso cobrar, porque com a pressão popular os vereadores de Goiânia ainda abaixam um pouco a guarda do interesse pessoal
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