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Vítima foi brutalmente esfaqueada após ter se envolvido com a parceira de um dos suspeitos durante uma festa
Atualizada as 14:40
Um homem foi baleado na perna por um agente Guarda Civil Metropolitana (GCM) durante uma confusão na Região da Rua 44, em Goiânia. Segundo o comandante da Guarda, Welllington Paranhos, o disparo foi efetuado por um agente que estava de folga e interviu durante a confusão.
Confira o momento que o guarda de folga efetua o disparo:
Segundo a assessoria da prefeitura de Goiânia, o prefeito Rogério Cruz mandou recolher as armas dos agentes para que uma perícia seja realizada. O homem deve ser apresentado a corregedoria da Guarda ainda na tarde desta quinta-feira, 18.
"Com apoio da guarda civil junto dos demais órgãos de controle e fiscalização da prefeitura de Goiânia já havia sido realizado uma ação na rua acima. Mas quando chegamos nessa galeria, houve essa situação onde os comerciantes não quiseram deixar que o poder público fizesse o trabalho deles", disse o comandante.
Ainda segundo o comandante, um Guarda recebeu uma pedrada no rosto e precisou de atendimento médico.
De acordo com a Associação Empresarial da Região da 44 (AER44), os agentes realizavam um trabalho de fiscalização de mercadorias falsificadas, e que a ação ocorreu em um shopping não filiado à entidade.
Nas imagens obtidas pela reportagem, é possível ver um homem de camisa vermelha mancado após ter sido baleado pelos guardas. O homem, de acordo com informações de comerciantes da região, foi levado para o hospital no veículo de particulares.
Confira as imagens:
"A AER44 esclarece ainda que não compactua com qualquer prática ilícita que seja, mas também presa para que o trabalho de fiscalização por parte dos órgãos responsáveis ocorra dentro da legalidade, sem excessos e abusos de autoridade. A Associação estará acompanhando o desenrolar dos fatos para que tudo seja devidamente esclarecido e o clima de harmonia e tranquilidade na região seja mantido", diz a nota.
Confira a nota da GCM na íntegra:
- A GCM deu apoio a uma operação de rotina realizada pelo Programa de Defesa do Consumidor (Procon) e pela Fiscalização de Posturas do Município contra a venda de mercadorias falsificadas na Região da 44.
- No momento que as equipes chegaram para realizar a fiscalização em uma galeria, os agentes e os fiscais foram recebidos de maneira hostil pelos comerciantes, que buscavam impedir o trabalho dos servidores públicos.
- Viaturas foram apedrejadas e um agente foi ferido com uma pedrada, fazendo com que fosse necessário o uso da força para controlar a situação. No entanto, não foram utilizadas armas letais na operação.
- Agentes no local confirmaram que ocorreu um disparo de arma de fogo.
- O disparo foi executado por um agente da GCM que estava em seu horário de folga, passando de forma ocasional pela região da Rua 44. A intervenção ocorreu de maneira independente, e sem consentimento do comandante da operação.
- O agente responsável pelo disparo foi identificado e será apresentado à corregedoria para abertura de um Procedimento Administrativo Interno (PAD). O armamento será apreendido e enviado para perícia. O resultado será encaminhado para autoridade policial para as medidas cabíveis.
- O comando da GCM lamenta profundamente o ocorrido e informa que não compactua com qualquer ação irregular por parte de seus agentes.
- Em relação ao vídeo que supostamente mostraria um agente da GCM retirando um DVR, cumpre esclarecer que todos os cabos do equipamento já estavam desligados. O DVR foi retirado e entregue para o proprietário da loja para evitar que o aparelho fosse furtado durante o tumulto
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O Ministério Público de Goiás (MP-GO) ingressou com ação na Justiça para que o Estado convoque os aprovados para o concurso da Polícia Militar de Goiás (PM-GO), do edital de 2012. Ao todo, 850 candidatos aguardam serem nomeados para soldados de segunda classe. O certame foi lançado e todo o processo foi concluído durante a gestão do ex-governador Marconi Perillo (PSDB).
A Procuradoria-Geral do Estado (PGE-GO) se manifestou nesta sexta-feira, 3. O documento alega que houve a “expiração de validade do certame de 2012”. Além do mais, já houve um processo transitado em julgado (ACP 446485-57).
“Não há que se falar, igualmente, em perigo na demora, uma vez que o concurso objeto da inicial foi realizado em 2012, de forma que, transcorridos mais de 10 anos de sua realização não se vislumbra qual a urgência para o deferimento da cautela”, cita trecho da petição.
Certames suspensos

O MP-GO lembra que, embora tivessem aprovados, o governo estadual lançou outros editais, o nº 2/2022 e nº 3/2022, com vagas para soldados de segunda classe e cadete da PM-GO. Os certames estão suspensos pela Justiça. O primeiro disponibilizava 1.500 vagas (soldado de segunda classe) e o segundo com 100 oportunidades para cadetes.
O Estado se posicionou informando que “a suspensão dos concursos em andamento irá postergar indefinidamente a contratação dos novos aprovados, colocando o serviço público numa indesejável e prolongada indefinição jurídica e com reflexos diretos na prestação dos serviços”.
Alexandre Carvalho, um dos aprovados do concurso de 2012, lamentou que tenha se passado quase uma década, sendo neste período foram lançados outros concursos e programas inconstitucionais como o Serviço de Interesse Militar Voluntário (Simve), derrubado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “O MP fez uma ação de extrema importância para a gente, que nos resguarda o nosso direito de sermos nomeados. Como eles descreveram, estamos sendo prejudicados durante todos esses anos”, destacou.
Dono pode responder não apenas por contravenção, mas por contrabando de produtos proibidos por lei

