Resultados do marcador: Instituto Paraná

Considerando votos válidos, governador conseguiria liquidar a disputa sem necessidade de segunda votação

O pré-candidato do PT aparece com 34,1 e o presidente Jair Bolsonaro tem 31%

Instituto Paraná também levantou opinião pública sobre apoio ao Brasil ser governado por militares. Nesse cenário, 36% acredita que País estaria em melhor situação

Somadas avaliações regulares, a imagem do Governo é positiva para 81% da população de Goiás

Levantamento ouviu 2.804 pessoas de todos os estados entre segunda e quinta-feira da última semana

O ex-ministro do STF aparece com 17,3%. Lula tem 16,1%. Jair Bolsonaro é o preferido de 14,5%. Aécio Neves tem 11,9%
[caption id="attachment_87688" align="aligncenter" width="300"] Lula da Silva e Joaquim Barbosa: favoritos entre os que têm curso superior[/caption]
É possível que se esteja cometendo dois equívocos. O primeiro é avaliar que o ex-presidente Lula da Silva está morto politicamente. As pesquisas indicam que está vivo. O segundo é sugerir que Lula da Silva, se conseguir ser candidato, será imbatível. As pesquisas mostram que lidera, mas com uma frente que não lhe dá um favoritismo extraordinário.
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Jair Bolsonaro supera Aécio Neves | Agência Brasil)[/caption]
Mas, numa eleição na qual a questão ética, a batalha contra a corrupção, estará no cerne das campanhas, um político astuto como Lula da Silva certamente observará um aspecto com extrema atenção. Enquanto permanecerem políticos da velha guarda no páreo, como Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra, além de uma política como Marina Silva, que, aqui e ali, lembra Dilma Rousseff — embora não sejam idênticas —, Lula tende a permanecer no páreo. Porém, assim que postulantes de perfis menos políticos se apresentarem, sem um histórico ruim (afinal, é o histórico de alguns políticos que “limpam” o de Lula da Silva), é provável que o petista saia desidratado. Começará em primeiro, por ser o mais conhecido e ao propor a volta do consumismo, mas poderá ir perdendo força durante a campanha.
O repórter Ernesto Neves, da coluna “Radar”, da revista “Veja”, anota: “O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa é o preferido para as eleições presidenciais de 2018 entre eleitores com ensino superior. É o que mostra um estudo inédito pelo Instituto Paraná Pesquisas. Segundo o levantamento, Barbosa tem 17,3% das intenções de voto desta parcela da população. Lula vem em segundo, com 16,1%, e Jair Bolsonaro em terceiro, com 14,5%. Em quarto, Aécio Neves, com 11,9%”.
Por nem se apresentar como pré-candidato, Joaquim Barbosa tem números surpreendentes. Por quê? Porque é visto como honesto. Ele pôs os corruptos do mensalão na cadeia. Mas há que se mencionar duas coisas: o número de Lula da Silva é alto, está praticamente empatado com o ex-presidente do STF, e Jair Bolsonaro está crescendo entre os eleitores de curso superior. A rigor, os três estão empatados.

Apenas 20,7% dos entrevistados acreditam que presidente Michel Temer (PMDB) fez uma boa escolha -- número menor que os que não responderam à pesquisa

Embora índice dos que rejeitem a proposta é de quase 60%, dado sugere que intolerância e desespero no país estão em alta

Candidato do PMDB aparece com 46,5% das intenções de voto e Vanderlan com 39,9%

Atual prefeito da cidade localizada a 22 km da capital está 20 pontos percentuais atrás do candidato do PSDB

Pesquisa do instituto Paraná que os políticos que são mencionados como possíveis candidatos a presidente da República na eleição de 2018 aparecem com uma rejeição gigantesca — 62,6% das intenções de voto, em média. Segundo a pesquisa, 73,4% afirmaram que não votar “de jeito nenhum” em Lula da Silva. O líder do PT é o mais rejeitados dos prováveis postulantes. O governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, é rejeitado por 62%. O tucano que perdeu para Dilma Rousseff em 2014, o senador mineiro Aécio Neves, é rejeitado por 61,9%. José Serra, do PSDB, é rejeitado por 58,2%. Marina Silva, da Rede, tem uma rejeição de 57,5%. O que a pesquisa mostra é que todos têm rejeição extremamente alta. Quer dizer, aqueles que já disputaram a Presidência, talvez por não serem mais novidades e por terem desgaste — em função de citações em escândalos (até o grupo de Marina Silva foi citado na Lava Jato) —, são altamente rejeitados pelos eleitores. O desencanto é generalizado. A pesquisa sugere, por outro lado, que há espaço para o político novo, ou seja, aquele que nunca disputou eleição presidencial e está fazendo uma administração criativa em seu Estado.

Há boas e más notícias para todos os principais candidatos a prefeito. Quadro geral está absolutamente indefinido