Resultados do marcador: Economia

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Anápolis e Aparecida estão entre as cidade do Centro-Oeste com maior aumento de receita em 2018

Anuário da FNP detalha as despesas e receitas das cidades do Centro-Oeste. Aparecida e Anápolis estão entre as três com maior crescimento

Estado arrecada R$ 70 milhões em negociações durante Semana de Conciliação

Ao todo, Governo Estadual contabiliza 36 mil negociações. Montante arrecadado é 75% maior que a previsão inicial

Conselho de Desenvolvimento Econômico aprova benefícios fiscais

Como contrapartida, empresas terão de manter e ampliar seus investimentos no Estado em cerca de R$ 17 milhões e gerar 100 empregos diretos

Goiás é responsável por 25% de todo o saldo da balança comercial brasileira em outubro

Estado exportou cerca de US$ 657 milhões e importou cerca de US$ 362 milhões, o que gerou um saldo superavitário

Governo Federal apresenta pacote de medidas que pode transferir até R$ 500 bi a Estados e municípios

Proposta foi entregue ao Congresso nesta terça-feira, 5, e deve ser o novo desafio do Executivo após obter êxito na reforma da Previdência

Meta do governo é finalizar implantação do Simplifica Tocantins em todo Estado

Previsão é de que programa esteja em funcionamento até o dia 30 de novembro

Ação do Governo de Goiás atrai R$ 500 milhões para o Estado

Segundo a gestão Caiado, investimentos em dez meses já ultrapassam o montante dos anos de 2017 e 2018 e alcançam o patamar de quase R$ 3 bilhões

Aprovada em 2ª votação PEC que garante orçamento impositivo

A PEC propõe o repasse mensal em duodécimos de recursos destinados às vinculações constitucionais

Governo prepara pacote, mas emprego exige crescimento

Economistas dizem que medidas preparadas pelo governo federal, como desoneração da folha e mudanças no FGTS, terão impacto pequeno na redução do desemprego

Guedes quer eliminar piso para saúde e educação em Estados e municípios

Percentual mínimo pode ser somado para gestores usarem livremente os recursos dessas áreas [caption id="attachment_178812" align="alignnone" width="620"] Paulo Guedes | Foto: Reprodução[/caption] Entre as medidas para mudar as regras fiscais e orçamentárias que o ministro da Economia, Paulo Guedes, deve encaminhar para o Congresso está a eliminação dos patamares mínimos que Estados e municípios devem aplicar em saúde e educação. De acordo com informações da Folha de São Paulo, Guedes deve encaminhar para o Legislativo uma minuta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC). A Constituição determina que Estados devem destinar 12% da receita à saúde e 25% à educação. Já o municípios têm que destinar 15% e 25%, respectivamente. A proposta do governo é que o piso seja substituído por um mecanismo com percentuais mínimos das duas áreas somadas. Técnicos sugerem que os patamares atuais de 37% para os Estados e 40% para os municípios sejam mantidos. A ideia de Guedes é dar mais flexibilidade para o orçamento e que cada gestor aloquem os recursos de acordo com as necessidades locais. A União também tem um piso, que é o estabelecido pelo teto de gastos: o montante do ano anterior mais a inflação.

Caixa antecipa pagamentos do saque imediato do FGTS, confira novo calendário

Nova programação prevê liberação para 96 milhões de trabalhadores até dezembro deste ano. Expectativa é para introdução de R$  40  bilhões na economia

Câmara aprova cobrança fracionada em estacionamentos de Goiânia

Projeto segue, agora, para sanção ou veto do prefeito Iris Rezende

Exportação de produtos agropecuários já alcançaram R$ 3,5 bilhões em 2019

Volume é o segundo maior da história do Estado, só perdendo para o ano passado, quando o valor havia ultrapassado a quantia de US$ 1 bilhão

Informativo da Seapa registra crescimento expressivo no agronegócio goiano

Estado foi responsável por 5,1% das exportações brasileiras no acumulado de janeiro à agosto. Safras de grãos aumentaram até 55% entre 2017 e 2018

Carlesse estreita relações e cooperação comercial com Dubai

Governador assina documento que abre novas possibilidades para os produtores do Tocantins no mercado dos Emirados Árabes [caption id="attachment_213418" align="alignnone" width="620"] Carlesse e a comitiva árabe: novas oportunidades | Foto: Gov. Tocantins[/caption] Em viagem internacional, o Governador Mauro Carlesse (DEM), juntamente com o subsecretário de Comércio Exterior e Indústria, do Ministério da Economia da União dos Emirados Árabes, Abdulla Al Saleh, e o diretor Executivo da Agência de Desenvolvimento de Investimentos de Dubai, Fahad Al Gergawi, assinaram o "Memorando de Entendimento" entre o Governo do Tocantins e o Governo da União dos Emirados Árabes (UEA), na segunda-feira, 30. O documento, que inicialmente foi direcionado para a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro), permite uma condição especial de negociação com a Federação permitindo a entrada de investimentos entre as duas partes em negociações que se seguem. Em Dubai e nos Emirados Árabes, se algum empresário da Federação quiser investir em outra parte do mundo, ele precisa de autorização do Governo, e assim também serve para o investidor estrangeiro que queira investir nos UEA.  O Memorando é o termo de cooperação das partes, e o Tocantins é o primeiro dos estados brasileiros que tem acesso às portas de negociações dos Emirados Árabes em 2019. Segundo o governador Carlesse, esta é uma grande oportunidade para o Tocantins, que possui um enorme potencial produtivo a oferecer. “O Tocantins está pronto para receber investimento em todas as áreas e vamos trabalhar para que isso ocorra e fortaleça ainda mais a nossa economia. Inicialmente abrimos as portas para a Agricultura que é um mercado de interesse para os países que compõe os Emirados Árabes, mas já estamos trabalhando para que essa abertura alcance outras áreas do nosso Estado, fortalecendo ainda mais a nossa economia e melhorando a vida da nossa população”, destacou o Governador. Para o secretário da Agricultura, Pecuária e Aquicultura, César Halum, os Emirados Árabes importam 90% da comida que consome e o Estado do Tocantins possui um grande potencial produtivo que carece de investimento, o que pode ser remediado diante de parcerias com as unidades da federação. “Levando em consideração a questão da segurança alimentar e as necessidades apresentadas, sabemos que os Emirados Árabes precisam importar proteína e nós podemos produzir essa demanda para eles, mas somos carentes de crédito para apoiar o nosso produtor. Por isso, estamos trabalhando aqui para que o país invista em nossas produções e possamos pagar esse recurso com os produtos, além de negociarmos taxas de juros muito baixas, quase zero”, enfatizou César Halum.