“Não existe nenhuma medida prevista”, garante líder do Governo sobre adesão ao RRF

Bruno Peixoto afirma que a preocupação, no momento, é com a autorização de entrada e, só então, serão definidas medidas que tentarão ser aprovadas na Alego

Bruno Peixoto | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

O líder do Governo na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto (MDB), garante que ainda não há nenhuma medida prevista para adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Segundo ele, a preocupação do Executivo, agora, é somente com a aprovação da autorização para pleitear a entrada no plano.

“Somente no segundo semestre é que há de se debater as medidas às quais o Estado deve aderir para se adequar às exigências do Tesouro Nacional. São, claro, medidas mais enérgicas, mas não há nada definido ainda”, disse.

Para entrar no RRF, o Estado deve se enquadrar em pelo menos três exigências do plano, que dispõe de oito opções. A polêmica é porque, entre elas, há a redução de incentivos fiscais, privatização de estatais, congelamento de aumento de servidores, entre outras medidas impopulares.

“Tudo isso será debatido nesse prazo de seis meses”, arrematou ao ser reticente quanto a algum adiantamento sobre quais pontos o Estado estaria mais interessado em se encaixar. 

A autorização foi teve pedido de vistas na Comissão Mista na noite de quinta-feira, 27, e deve retornar à pauta em sessão extraordinária nesta sexta, 28. Caso aprovada, ela segue para o plenário voltar em primeira votação. O clima, até então, é de consenso, mas a oposição ainda se mostra insegura em dar o cheque em branco ao Governo. 

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