Resultados do marcador: Academia
Dos 40 acadêmicos, 29 participaram da votação. A chapa recebeu 23 votos válidos, além de cinco em branco e um nulo
A disputa para representar o Brasil no Oscar 2026 começou oficialmente. Nesta quinta-feira, 14, a Academia Brasileira de Cinema divulgou os filmes inscritos para concorrer à vaga de Melhor Filme Internacional, categoria vencida este ano pelo emocionante drama “Ainda Estou Aqui”.
A seleção nacional é considerada um dos momentos mais aguardados do calendário cinematográfico brasileiro, e a expectativa é alta após a vitória histórica de Walter Salles, que levou o Oscar de Melhor Filme Internacional com sua última produção.
Entre os destaques estão O Agente Secreto, um thriller político que vem ganhando atenção internacional; Homem com H, uma releitura contemporânea da masculinidade brasileira; e O Último Azul, drama poético que conquistou prêmios em festivais europeus.
Com uma seleção diversa e promissora, o Brasil se prepara para mais uma tentativa de conquistar a estatueta dourada. A expectativa é que o escolhido tenha força para repetir o feito de Walter Salles e emocionar o mundo com o talento do cinema nacional.
A seleção passam por duas etapas: 1) a pré-lista com seis títulos será anunciada em 8 de setembro; e a 2) escolha final do representante brasileiro acontece em 15 de setembro. O filme escolhido será o candidato oficial do Brasil na corrida pelo Oscar 2026, representando o país na categoria de Melhor Filme Internacional.
Confira os filmes inscritos:
- A Melhor Mãe do Mundo
- A Praia do Fim do Mundo
- Baby
- Homem com H
- Kasa Branca
- Malu
- Manas
- Milton Bituca Nascimento
- O Agente Secreto
- O Filho de Mil Homens
- O Último Azul
- Oeste Outra Vez
- Os Enforcados
- Retrato de um certo oriente
- Um lobo entre os cisnes
- Vitória
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Entrevistar professor universitário não é tarefa fácil. Primeiro, porque a maioria tem restrição a falar algo fora do que considere de sua alçada acadêmica. Ou seja, um antropólogo que trabalhe com etnias indígenas tende a não se supor habilitado para falar de questões de gênero, por exemplo. Para o jornalista que “quer” um entrevistado, antropólogo é antropólogo e isso basta. Pesando os dois lados, o bom senso indica, de fato, que se fale daquilo sobre o qual se tenha domínio. No caso, o melhor que o repórter tem a fazer é pedir à fonte uma indicação mais avalizada para tratar de sua pauta. Um segundo ponto é que mestres e doutores têm, não raramente, alguma queixa sobre as reportagens em que sejam citados. Muitos deles, então, passam a ficar ainda mais arredios à imprensa, por acharem que os jornalistas não confirmam, no papel, aquilo que eles realmente quiseram dizer ao serem entrevistados. Por isso é preciso ressaltar o comentário do professor Dione Antonio de Carvalho de Souza Santibanez, coordenador do Núcleo de Estudos sobre Criminalidade e Violência da Universidade Federal de Goiás (UFG). Ele foi fonte da matéria “Morte do garoto Bernardo: quais os limites da crueldade humana?”, do repórter Frederico Vitor, do Jornal Opção. Ao ler a matéria, comentou: “É muito bom ler um texto e ver que o repórter foi cuidadoso para escrever exatamente aquilo que a gente repassou.” Da nova safra de repórteres da área política, Frederico formou-se pelas Faculdades Alves Faria (Alfa) e integra a equipe do jornal há dois anos.

