Bombeiros controlam incêndio em fábrica têxtil da Colcci após cerca de 15 horas em Santa Catarina
16 julho 2026 às 10h32

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O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) controlou, na manhã desta quinta-feira, 16, o incêndio de grandes proporções que atingiu a fábrica têxtil da Colcci, em Itajaí, no litoral norte de Santa Catarina. Após cerca de 15 horas ininterruptas de combate, as chamas foram controladas e não houve registro de vítimas.
A operação mobilizou equipes do CBMSC de seis municípios, além do apoio dos Corpos de Bombeiros Voluntários de outras quatro cidades e da Prefeitura de Itajaí. Ao todo, mais de 60 bombeiros militares, civis e voluntários participaram da ocorrência, que consumiu mais de 113 mil litros de água.
O incêndio teve início por volta das 15h de quarta-feira, 15, na unidade localizada às margens da Rodovia Antônio Heil, no bairro Itaipava. O acionamento das equipes ocorreu às 15h29 e, ao longo da tarde e da noite, o efetivo foi reforçado conforme a dimensão da ocorrência.
Para conter as chamas, os bombeiros organizaram a operação em quatro frentes simultâneas. Foram utilizadas viaturas Auto Tanque (AT), responsáveis pelo transporte e reabastecimento de água, e Auto Bomba Tanque Resgate (ABTR), destinadas ao combate direto ao fogo. A operação também contou com uma autoescada e o apoio de duas escavadeiras cedidas pela Prefeitura de Itajaí para abrir acesso às áreas atingidas e facilitar o trabalho das equipes.
Por volta das 6h desta quinta-feira, o incêndio de grandes proporções foi considerado controlado, restando apenas focos isolados sob monitoramento. Com a estabilização da ocorrência, as equipes de apoio foram desmobilizadas, permanecendo apenas guarnições do CBMSC no combate aos focos remanescentes.
Segundo o major Moura, a operação entrou na fase de rescaldo, que consiste no resfriamento da estrutura e na eliminação de possíveis pontos de reignição. Após a extinção completa das chamas, o maquinário da prefeitura continuará sendo utilizado para remover ferragens e destroços que dificultam o acesso ao interior da edificação.
“A estrutura colapsou e as ferragens estão ali no meio do caminho. Iremos revirar essas estruturas para as equipes poderem, de fato, combater todas as chamas que ainda permanecem em menor intensidade na edificação”, afirmou o comandante da operação.
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