Zika na saliva é insuficiente para dizer que pode haver contágio, diz Ministério

Depois de anúncio da Fundação Oswaldo Cruz, governo também recomendou que pessoas tenham cautela e se previnam

Foto: Betina Carcuchinski/PMPA

Doença é transmitida pelo mesmo vetor da dengue, o Aedes aegypti | Foto: Betina Carcuchinski/PMPA

O Ministério da Saúde informou há pouco que a detecção do Zika em amostras de saliva de pacientes não é suficiente para afirmar que a presença do vírus nesse tipo de fluido pode infectar outras pessoas. “Serão necessários outros estudos”. A informação foi divulgada pela pasta por meio das redes sociais.

A recomendação do governo é que, neste momento, sejam tomadas atitudes de cautela e prevenção. “É importante seguir as orientações conhecidas para outras doenças, como evitar compartilhar objetos de uso pessoal [escova de dentes e copos, por exemplo] e lavar as mãos”. Grávidas, segundo a pasta, devem tomar especial cuidado.

Mais cedo, a Fundação Oswaldo Cruz, órgão vinculado ao ministério, divulgou, por meio de coletiva de imprensa, a constatação da presença do vírus Zika ativo (com potencial de provocar infecção) em amostras de urina e saliva de pacientes.

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