Wilder é o único senador de Goiás que votou contra projeto que inviabiliza Uber

Ronaldo Caiado está de licença médica e Lúcia Vânia não apareceu para votação do controverso projeto

Wilder Morais | Foto: Pedro França/ Agência Senado

O Senado aprovou com alterações, na noite da última terça-feira (31/10), o projeto de “regulamentação” dos serviços de transporte individual que usam aplicativos, como Uber, Cabify e 99. Foram 46 votos favoráveis, 10 contrários e uma abstenção.

De autoria do deputado petista Carlos Zarattini (SP), a proposta, apesar de travestida de “regulação” e apontada por defensores como uma “solução” para o impasse, cria uma série de exigências para impedir que o serviço funcione.

No entanto, apesar de aprovar o projeto original da Câmara, que privilegia taxistas e acaba com os apps, os senadores aprovaram três emendas, que retiram a obrigatoriedade do uso de placas vermelhas e a exigência de que o condutor seja proprietário do veículo. Também foi aprovada proposta que atribui ao município apenas a competência para fiscalizar o serviço dos aplicativos.

Com isso, os deputados devem chancelar as mudanças do Senado.

Goiás

Da bancada de Goiás, apenas o senador Wilder Morais (PP) esteve a favor da inovação e em defesa do direito de escolha dos usuários: votou contra a proposta. Caso a maioria tivesse rejeitado o PL 26/2017, a proposta teria sido arquivada permanentemente.

O democrata Ronaldo Caiado está de licença médica, pois sofreu um grave acidente em sua fazenda no mês passado, e, por isso, não votou.

Já a senadora Lúcia Vânia (PSB) não compareceu à importante votação. Foi computada como “ausente”.

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Adalberto de Queiroz

O senador votou pelo futuro.