Turismo em Goiás cresce em março e estado tem 3ª maior alta do país, aponta IBGE
16 maio 2026 às 11h37

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O volume de atividades turísticas em Goiás cresceu 0,4% em março de 2026, na comparação com fevereiro, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta sexta-feira, 15.
O resultado, apesar de tímido, colocou o estado na terceira posição entre as unidades da Federação com melhor desempenho no período, atrás apenas do Rio Grande do Sul (1,4%) e do Rio Grande do Norte (1,3%).
Na outra ponta, Alagoas (-9,5%) e Pernambuco (-9,2%) registraram as maiores quedas no volume de atividades turísticas no país. Além do turismo, o setor de serviços em Goiás apresentou crescimento de 0,2% em março, em relação ao mês anterior, considerando a série com ajuste sazonal.
Segundo o levantamento, 14 estados tiveram desempenho positivo no período. Entre os segmentos que mais contribuíram para o avanço do setor está o de informação e comunicação, que teve alta de 11,9% na comparação com março de 2025.
O resultado representa o 12º mês consecutivo de crescimento da atividade no estado. O segmento reúne áreas como telecomunicações, tecnologia da informação, audiovisual, edição e agências de notícias. Outro destaque foi o crescimento de 4,3% nos serviços profissionais, administrativos e complementares.
Em nota divulgada pela assessoria do governo estadual, Daniel Vilela (MDB) afirmou que o desempenho do turismo reflete o potencial do estado para atrair visitantes e movimentar a economia local.
O presidente da Goiás Turismo, Paulo Henrique Rodrigues Silva, declarou que o resultado está relacionado às ações de promoção e fortalecimento do setor turístico no estado.
Já o titular da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Joel de Sant’Anna Braga Filho, avaliou que os indicadores demonstram crescimento em áreas consideradas estratégicas para a economia goiana.
A Pesquisa Mensal de Serviços acompanha o desempenho do setor de serviços no país a partir da receita bruta de empresas formalmente constituídas com 20 ou mais empregados. O levantamento exclui atividades financeiras e os setores de saúde e educação.
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