Tiago Henrique enfrenta mais um júri popular nesta terça-feira (22)

Conhecido como serial killer de Goiânia vai ao tribunal pela 22ª vez. Ele já foi condenado a 483 anos e 10 meses de prisão

Já condenado por 20 homicídios, o ex-vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha, o serial killer de Goiânia, vai a júri popular pela 22ª vez nesta terça-feira (22/11) pela morte de Denilson Ferreira de Freitas, em fevereiro de 2014.

Segundo os autos, o crime aconteceu por volta das 13h30 da tarde do dia 28, no Bar e Restaurante Cabanas, que era de propriedade da vítima e localizado no Setor Central.  O crime teria sido cometido a mando de Waldirene Oliveira Manduca, que era ex-mulher de Denilson e pagou a Tiago R$ 1 mil pelo homicídio. A sessão será presidida pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, a partir das 8h30, no auditório do 1º Tribunal do Júri da comarca de Goiânia.

O autor se dirigiu até o estabelecimento, simulou um roubo desferiu um tiro com arma de fogo na cabeça da vítima.

Durante o interrogatório, Tiago relatou ter conhecido Waldirene em um bar no Setor Central cerca de um mês antes do crime e que, sempre que ia ao local tomar cerveja, a mulher lhe dizia que desejava a morte da vítima e que este a traía.

O vigilante afirmou que, diante das reclamações, se ofereceu para matar o homem e que recebeu instruções e o valor acordado no estabelecimento comercial de Waldirene, que ficava próximo ao bar de Denílson, pouco antes do homicídio. Tiago afirmou ainda que teria tomado cerca de quatro garrafas de cerveja antes do assassinato.

Testemunhas relataram que, ao entrar no bar, Tiago perguntou o nome da vítima, anunciou um assalto e, quando Denilson se virou para pegar o valor, foi alvejado pelo indivíduo. Também foram identificadas no Parecer Papiloscópico as digitais de Tiago Henrique em um copo de vidro e uma lata de cerveja na lanchonete de Waldirene, comprovando que ele esteve no local momentos antes do crime.

Tiago Henrique já foi condenado a 483 anos e 10 meses de prisão por 20 homicídios, um roubo a agência lotérica e porte ilegal de armas.

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