Sandro Mabel defende flexibilização de compra de vacinas contra a Covid-19 pelo setor privado

Presidente da Fieg destaca articulação para acelerar processo de imunização. Segundo ele, trabalho conjunto facilitaria a retomada da economia e as atividades cotidianas

Sandro Mabel, presidente da Federação das Indústrias de Goiás | Foto: reprodução

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel afirmou ao Jornal Opção, que defende junto a um grupo de empresários a flexibilização da compra de vacinas contra a Covid-19. Com isso, Mabel diz que seria possível imunizar a população em um período mais curto e rápido, além de favorecer o retorno das atividades econômicas.

“Estamos trabalhando até com alguns empresários nacionais dentro dessa visão de que o governo possa flexibilizar. A nossa visão é que deveria deixar comprar quem quisesse comprar”, disse.

O presidente da Fieg disse ainda, que trabalhando essa articulação conjunta possibilitaria maior alcance de imunizados.” Vamos vacinando mais gente com ações entre o poder público e o privado conseguindo imunizar em 3 a 4 meses, não tem cabimento esse negócio de ficar esperando para não deixar o privado comprar. Na articulação estamos conversando com os artistas que nos procuraram também, que querem que a gente ajude nesse processo, vemos a necessidade de fazer isso porque quanto mais rápido vacinar todo mundo, mais rápido volta a vida normal”, ressalta.

Tratamento precoce

Em relação ao tratamento precoce, defendido pelo presidente da Fieg, ele cita que é eficaz. “Eu defendo veementemente, primeiro porque eu já testei em mim mesmo e em outras pessoas, nas empresas nossas, a pessoa vai ao médico que recomenda e a grande maioria aceita, e não tivemos nenhum tipo de internação”, conta.

Mabel destaca que levou um estudo até o Ministério da Saúde, que comprova o uso do tratamento precoce no combate ao coronavírus. “Nós não temos UTI, é um tratamento muito barato e qualquer coisa que venha melhorar a vida das pessoas, e para evitar que sejam contaminados ou quando contaminados seja baixada a carga viral, qualquer coisa nesse sentido é bom”.

Porém, Mabel alerta que o tratamento não é feito para curar. “Ele é remédio de baixar a carga viral e associado com as vitaminas, com a Ivermectina, Hidroxicloroquina ele tira aquele efeito que o vírus faz que leva as pessoas para os hospitais. O tratamento precoce ele baixa a carga viral, a pessoa tem que ficar isolada do mesmo jeito só que ela passa pelo problema sem ter que ser internado”, defende.

Novos leitos de UTI

Sobre a criação de leitos de UTI, Mabel disse que o setor empresarial tem se movimentado para ajudar as prefeituras, mas que isso não é a solução. “De uma maneira geral a vacinação é a solução.  Isso é paliativo ficar montando UTI não retoma a economia, faz ter lockdown, essas coisas todas, então, tem que ir aonde vai resolver. Nós temos que o mais rápido possível vacinar as pessoas acima de 40 anos e para isso tem que deixar quem quiser comprar”, conclui.

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