“Sampaio é inocente”, diz deputado Jovair Arantes

A declaração veio após perguntas referentes ao fato de Sampaio ter voltado à presidência do Atlético, no último dia 5

Jovair Arantes (em pé) e Maurício Sampaio, em eleição da presiência do Atlético / Foto: Facebook

Jovair Arantes (em pé) e Maurício Sampaio, em eleição da presiência do Atlético / Foto: Facebook

Em entrevista ao Jornal Opção Online, o deputado federal Jovair Arantes (PTB) disse que o presidente do Atlético Clube Goianiense, Maurício Sampaio, é inocente da acusação de ser o mandante do assassinato do cronista esportivo Valério Luiz de Oliveira, morto em julho de 2012. “Não é meu papel defender ou acusar ninguém, mas acho sim que ele é inocente”, disse o parlamentar.

A declaração veio após perguntas referentes ao fato de Sampaio ter voltado à presidência do Atlético, no último dia 5. Na época, o caso deu grande repercussão, com inclusive promessa por parte de alguns membros da imprensa de um boicote na cobertura de fatos relacionados ao time.

Questionado se o fato de estar junto com Sampaio na diretoria do clube — onde está como presidente do Conselho Deliberativo — pode prejudicá-lo na política, tendo em vista que o presidente é réu em um caso de assassinato, o deputado foi evasivo, e disse apenas que não trata “a questão do Atlético e do Maurício dessa forma”.

“O Atlético é o time do meu coração. O Maurício também é apaixonado pelo clube e foi eleito pelo conselho”, e completou: “Não vou entrar nesse assunto. Não há prova de que ele deu a cabo nisso aí [assassinato]”, afirmou.

Quanto ao anunciado boicote de alguns jornalistas, o deputado que as coisas não devem ser levadas nessa direção. “Eu sou criticado constantemente em jornais, nem por isso não os atendo. As coisas não são assim”, sustentou.

Conforme Jovair Arantes, existe apenas suspeita de que Sampaio é responsável pelo crime. “É presidente do Atlético, em qualquer circunstância”, e afirmou, acreditando na inocência de Sampaio: “É um cidadão livre, que não é o autor do que aconteceu.” O deputado ainda frisou que esse é um problema da Justiça, que deve ser tratado e analisado lá. “Não existe nenhum fato concreto de que ele fez tal atrocidade”, concluiu.

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patricia

Que horror,

Osvando Raimundo

Devemos separar as coisas, ninguém deve condenar uma pessoa, antes do trabalho da justiça ser esclarecedor e julgado com imparcialidade..
Até provar claramente sua culpa, um homem é inocente.