Prefeitura autua quatro estabelecimentos por descumprimento de medidas sanitárias

Empresas terão de pagar cerca de R$5 mil para Vigilância Sanitária Municipal e cerca de R$2 mil para Seplanh por não terem Alvará de Localização e Funcionamento e Licença para Funcionamento em Horário Especial

Fiscalização ocorreu na quinta-feira, 20 | Foto: Divulgação

Quatro estabelecimentos foram autuados por descumprirem o decreto da Prefeitura de Goiânia que impõe medidas restritivas com objetivo de conter o avanço da pandemia do Coronavírus (Covid-19) na Capital. Como efeito da fiscalização realizada na noite de quinta-feira, 20, as empresas terão de pegar cerca de R$5 mil para a Vigilância Sanitária Municipal e cerca de R$2 mil para Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh) por não apresentarem Alvará de Localização e Funcionamento e Licença para Funcionamento em Horário Especial. Já a multa expedida pela Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma) por falta de Licença Ambiental foi de aproximadamente R$5 mil.

Na primeira noite das ações de fiscalização realizadas pela Central de Fiscalização de Combate a Covid-19, um estabelecimento foi autuado por falta de alvará de funcionamento e outro foi notificado por exceder o limite de oito pessoas por mesa. Durante as vistorias, além do descumprimento da regra de distanciamento de 1,5 metro entre as mesas, os servidores da Prefeitura de Goiânia também encontraram em uma boate, localizada no Jardim Atlântico, clientes consumindo bebidas alcoólicas em pé e utilizando a pista de dança, o que está proibido pelo decreto municipal. O espaço foi autuado por descumprimento de medidas sanitárias e foi determinado o fechamento imediato, além da apreensão da mesa de som do estabelecimento.

“As medidas restritivas trazidas pelo novo decreto possibilitam que os estabelecimentos comerciais continuem em funcionamento e permitem que a população continue a ter um momento de lazer, ao contrário do início da pandemia. A intenção da gestão municipal é garantir que medidas mais restritivas não precisem ser impostas, mas, para isso, precisamos além do apoio dos estabelecimentos, de conscientização por parte dos clientes, respeitando as medidas sanitárias e, acima de tudo, resguardando a saúde de cada um”, destaca o auditor fiscal de posturas da Seplanh Goiânia, André Oliveira Barros.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.