Pedro Chaves diz que decisão de Cunha tem peso, mas minimiza efeitos em Goiás

O goiano Pedro Chaves não quis adiantar um posicionamento quanto à crise entre as legendas, e disse que vai esperar o fim do recesso para se reunir com colegas

Deputado federal Pedro Chaves (PMDB) | Renan Accioly

Deputado federal Pedro Chaves (PMDB) | Renan Accioly

Depois do rompimento do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB), com o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), na última sexta-feira (17/7), o questionamento quanto aos rumos da aliança entre as siglas logo foi levantado. Horas depois, o PMDB nacional já divulgava nota oficial assegurando que a posição de Cunha era pessoal, e que nada interferia na aliança das legendas.

No pronunciamento, entretanto, o presidente da Câmara afirmou que buscaria deputados do peemedebistas para se juntarem à oposição ao governo da petista. Ao Jornal Opção Online, na última sexta-feira (17), o deputado federal Pedro Chaves afirmou que a decisão de Cunha, ainda que pessoal, tem peso, especialmente por ser ele o presidente da Câmara dos Deputados. “Mas não posso falar nada agora. É muito prematuro”, disse, cauteloso.

Evasivo, disse que em relação a Goiás, os integrantes da legenda têm se reunido para buscar filiações e alianças, vislumbrando 2016. De acordo com deputado, as eleições municipais dependem da característica de cada município. Existe, por exemplo, parceria tanto com o PT quanto com o DEM. “E vamos respeitar a tendência de cada cidade”, garantiu.

Ao pontuar que não sabia profundamente do pronunciamento de Cunha, Pedro Chaves explicou que só divulgará posicionamento no mês que vem depois de falar com a bancada do PMDB, quando parlamentares voltarem do recesso, que vai até dia 1º de agosto. “Todos estão viajando. Eu meso estou indo visitar uns familiares, em Monte Alegre de Goiás. Vamos esperar até lá.”

 

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