Partidos fecham as portas para deputados e abrem crise na base do governo

Pelo menos 13 deputados correm o risco de não ter legenda para disputar a reeleição   

Olyntho Neto, Luana Ribeiro e Ricardo Ayres | Foto: Reprodução

O PSB e o PSDB realizaram convenção este mês e definiram não aceitar deputados na nominata de pré-candidatos. Os três deputados dos dois partidos – Luana Ribeiro e Olyntho Neto, do PSDB, e Ricardo Ayres, do PSB, ficaram sem legenda para disputar a reeleição. Os três deputados integram a base do governo e se juntam a outros que também estão sendo obrigados a trocar de legenda, pois ficaram sem espaço em seus partidos.

Estão desagregados os deputados do MDB, União Brasil, PSC, PC do B, PV e PL que integram as bases dos candidatos de oposição – Ronaldo Dimas, Paulo Mourão e Osires Damaso – e que apoiam a reeleição do governador Wanderlei Barbosa. Esses partidos são ao todo 10 parlamentes. 

A crise dos deputados sem partido já chegou ao Palácio Araguaia. E tem data para ser resolvida, meia noite deste sábado, 2 de abril, quando encerra a janela partidária, prazo que os detentores de mandato têm para mudança de partidos sem correr o risco de perder o mandato. 

Alguns deputados que já estavam bem acomodados na base do governo estão saltando para oposição em busca da garantia de legenda para disputar a reeleição. É o caso do deputado federal Carlos Gaguim que perdeu o comando do Republicanos para o governador Wanderlei Barbosa e teve que voltar ao União Brasil, da deputado Dorinha Seabra que deve compor chapa majoritária com Ronaldo Dimas (PL). Até sábado muita coisa pode acontecer. 

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