Para abastecer, motoristas enfrentam longas filas em postos de combustíveis de Goiás

Na capital, 95% dos postos não possuem etanol e 65% não têm qualquer tipo de combustível

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Com nove dias de greve dos caminhoeiros, a busca por combustível está cada vez mais difícil. De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Goiás (Sindiposto) Goiânia já registra 95% dos postos sem etanol e 65% sem nenhum combustível. No interior do estado, a situação é um pouco pior com 80% dos postos fechados  e muitas cidades completamente desabastecidas.

Diante disso, nos postos que ainda têm algum combustível os motoristas formam longas filas para conseguir abastecer os veículos.

Mesmo com as escoltas de caminhões para levar produtos para as distribuidoras e das distribuidoras para os postos, realizadas pela Secretaria de Segurança Pública, não há previsão de reabastecimento para postos Shell e Ipiranga nesta terça-feira (29/5). Já nos demais postos que estão sendo abastecidos, o combustível que chega logo acaba.

Em Quirinópolis, houve abastecimento na tarde desta terça-feira (29) e motoristas que procuraram o posto tiveram que enfrentar enormes filas.

 

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