Pai de Henrique Alves e da ex-Procon Carolina, Clarismino Júnior assume procuradoria na OAB

O advogado Clarismino Luiz Pereira Júnior, pai do vereador e pré-candidato a deputado estadual, Henrique Alves, e da ex-superintendente do Procon de Goiânia e pré-candidata a deputada federal, Carolina Alves, foi empossado como procurador de Direito Ambiental e Urbanístico da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO), para a gestão 2022/2024.  A Procuradoria de Direito Ambiental e Urbanístico foi criada recentemente pelo novo regimento interno da ordem e aprovada pelo Conselho Seccional, na primeira sessão extraordinária realizada neste ano.

“A OAB, como a mais destacada representante da sociedade civil, estará cumprindo e obedecendo rigorosamente seu papel em defesa da qualidade de vida, permeando todos os agentes e atividades do desenvolvimento”, afirmou o novo procurador. Clarismino Júnior é advogado especializado em Direito Ambiental, Urbanístico, Agrário e Minerário; ex-presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB-GO (2015-2017); é delegado do Sindicato Rural de Crixás junto a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás (FAEG); membro do Conselho Estadual do Meio Ambiente de Goiás; e membro do Conselho Municipal do Meio Ambiente de Goiânia. 

Os filhos dele, Henrique Alves, que também é advogado, já foi secretário Municipal de Planejamento Urbano e Habitação de Goiânia, durante a gestão do então prefeito Iris Rezende, que morreu em 9 de novembro do ano passado; Carolina Alves até o mês passado era a chefe do Procon municipal, antes foi superintendente de Planejamento Urbano e Gestão Sustentável de Goiânia, já na atual gestão do prefeito Rogério Cruz (Republicanos). O próprio Clarismino foi presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma). Ele foi um dos investigados pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) Operação Jeitinho, deflagrada em 2013 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

A operação objetivada desmontar um esquema de cobrança de propina para a venda de facilidades no serviço público, como licenciamento ambiental e embargos irregulares de empreendimentos, relacionados, sobretudo, a procedimentos em andamento na Amma. Clarismino chegou a ser condenado a um ano, um mês e 13 dias de detenção pelos crimes de emprego irregular de rendas públicas e prevaricação. A punição foi revertida em penas alternativas. Ele também foi denunciado pelo MP, junto a um grupo de 14 funcionários da Amma, envolvidos num esquema de funcionários fantasmas — a partir de 2008.



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