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Jânio Darrot assina decreto com proibições para período eleitoral de 2020

Iniciativa visa evitar práticas que podem afetar igualdade de oportunidades entre candidatos na disputa que se aproxima

Jânio Darrot | Foto: Fábio Costa | Jornal Opção

O prefeito Jânio Darrot assinou um decreto que dispõe sobre proibições para serem observadas durante o período eleitoral de 2020. A iniciativa visa evitar práticas que podem afetar a igualdade de oportunidades entre candidatos na disputa que se aproxima.

O documento ainda adverte os agentes públicos sobre condutas vedadas e lembra que o descumprimento das normas implicam na apuração e responsabilização dos envolvidos.

Proibições

O decreto proíbe ceder ou usar em benefício de candidato, partido político ou coligação, bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta do município, ressalvada a realização de convenção partidária, bem como usar materiais ou serviços, custeados pelo erário municipal que excedam as prerrogativas consignadas nos regimentos e normas dos órgãos que integram.

É vedado ceder servidor público ou empregado da administração direta ou indireta municipal do Poder Executivo ou usar de seus serviços para comitês de campanha eleitoral de candidato, partido político ou coligação, durante o horário de expediente normal, salvo se o servidor ou empregado estiver licenciado.

O documento proíbe fazer ou permitir uso promocional em favor de candidato, partido político ou coligação de distribuição gratuita de bens e serviços de caráter social custeados ou subvencionados pelo poder público.

Também é vedado nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício das funções. No mesmo sentido está remover, transferir ou exonerar servidor público, na circunscrição do pleito, com finalidade que apresente conexão ao processo eleitoral, nos três meses que o antecedem e até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito.

Ficam ressalvadas a nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança, a nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até o início daquele prazo, a nomeação ou contratação necessária à instalação ou ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais, com prévia e expressa autorização do chefe do Poder Executivo ou de gestor por ele designado na forma das normativas administrativas municipais.

O decreto também deixa claro que a utilização de correspondência eletrônica por meio de correio eletrônico funcional, para fins de divulgação de mensagem em favor de candidato, configura utilização de bens públicos, sendo a conduta vedada, sem questionamento de sua potencialidade lesiva a influenciar o resultado do pleito.

Agentes públicos

A partir do dia 14 de agosto, aos agentes públicos ficam proibidos de autorizar publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas que envolvam diretamente candidato em disputa ao pleito, com exceção da propaganda de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado. Igualmente, fazer pronunciamento em cadeia de rádio e televisão, fora do horário eleitoral gratuito, salvo quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria urgente, relevante e característica das funções de governo. E, também, a contratação de shows artísticos pela administração pública e/ou pagos com recursos públicos.

Os agentes públicos municipais ficam também vedados a prestar serviços, de forma onerosa ou gratuita, durante o horário de expediente, junto a comitês de campanha eleitoral de candidato, partido ou coligação. Também é proibido fazer propaganda política em prol de candidato, partido ou coligação em prédios públicos, bem como, na qualidade de chefe, permitir que outros, inclusive terceiros, a façam.

É vedado utilizar impressos, cartazes, faixas ou quaisquer outros adornos contendo as marcas e/ou símbolos da administração pública municipal para realização de propaganda política em prol de candidato, partido ou coligação. Proibido transportar em veículos oficiais ou nos colocados à disposição do Município, material de campanha, especialmente folhetos publicitários para distribuição ao público. Não se pode, também, veicular, ainda que gratuitamente, propaganda eleitoral na Internet, em sítios oficiais ou hospedados por órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta do município.

Está vedado ao agente público municipal o deslocamento aos locais de reuniões políticas partidárias em veículo oficial, ou colocado à disposição da municipalidade. Também está proibido o uso de veículos, computadores, aparelhos de fax, sítios oficiais da rede de acesso à internet, aparelhos telefônicos fixos ou celulares, conta de e-mail institucional de propriedade do poder público, material de consumo, dentre outros, em benefício de candidato, coligação ou partido político.

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“Chapéu de cowboy e megaigrejas”: revista dos EUA descreve influência de Goiás na eleição de Bolsonaro

A publicação se refere ao estado de Goiás como integrante do chamado "interiorzão", uma região de grandes igrejas evangélicas e forte cultura rural [caption id="attachment_274810" align="alignnone" width="620"] A Foreign Affairs é publicada pelo Council on Foreign Relations | Foto: Reprodução/Foreign Affairs[/caption] Goiás tem uma população estimada em pouco mais de 7 milhões de habitantes, conforme o senso de 2019. Integrante da Região Centro-Oeste, o estado, que dispõe de uma cultura rica e cheia de peculiaridades, paisagens de arrancar suspiros e uma história de respeito, não conta com a força do turismo do Rio de Janeiro e nem o peso comercial de São Paulo, mas na avaliação de especialistas lá fora, foi determinante no fenômeno cultural e geográfico que viabilizou a eleição do atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Em um artigo intitulado Messiah Complex: How Brazil made Bolsonaro (algo como Complexo de Messias: Como o Brasil fez Bolsonaro)  publicado nesta semana pela norte-americana Foreign Affairs, uma das mais respeitadas e proeminentes publicações científicas da área de Relações Internacionais e mantida pelo Council on Foreign Relations (Conselho de Relações Exteriores), o estado de Goiás é descrito como uma terra de grandes igrejas evangélicas e cultura rural, além de um integrante de peso do chamado "interiorzão", que, segundo a publicação, "se refere a um cinturão de terra que se estende ao redor do meio geográfico do país, desde o estado de Mato Grosso do Sul, no Oeste, até Goiás, Minas Gerais e partes da Bahia, no leste". Para a revista, o "interiorzão" é um Brasil "de fazendas de soja e de gado, picapes Ford enormes, shoppings com ar-condicionado e churrascarias à vontade [...]". "Em vez de sincretismo afro-católico e bossa nova, apresenta grandes igrejas evangélicas e sertanejo, uma espécie de música country tropicalizada cantada por homens de peito largo com chapéus de cowboy e jeans de fazendeiro", descreve a revista. Segundo o artigo, foi justamente esse contexto sociocultural típico que teria sido decisivo para que Bolsonaro chegasse ao Planalto. O artigo destaca que é no 'interiorzão" que o presidente tem o apoio mais forte e intenso. Enquanto, segundo a revista, o presidente é visto "com uma mistura de incompreensão e horror pelo resto do mundo", em Goiás e nos estados do derredor ele manteve um índice de aprovação interna estável de cerca de 40%. "Nas pesquisas nacionais, suas avaliações negativas têm aumentado constantemente. Mas em cidades do interior, como Cuiabá e Goiânia, e em cidades menores, como Barretos, onde o presidente cavalgou no rodeio no ano passado, o fervor pelo homem que chamam de “o Messias” (Messias, que é o verdadeiro de Bolsonaro nome do meio, acredite ou não) continua a crescer", diz a revista.

Bolsonaro é "invenção brasileira" que reflete conservadorismo do país

O artigo da Foreign Affairs brinca com o comparativo que usualmente é feito entre Bolsonaro e o presidente dos EUA, Donald Trump. Todavia, a revista é enfática: "não se engane, Bolsonaro é uma invenção brasileira". De acordo com a publicação, Bolsonaro "é produto da crise econômica e política singularmente terrível que o país enfrentou na última década e, tão importante quanto, da longa tradição do Brasil de ser governado por homens brancos conservadores de origem militar". Porém, o presidente acaba sendo, de acordo com a análise da revista, o reflexo mais fiel da ala conservadora do Brasil. "O Brasil progressista que o mundo estava acostumado a ver, o Brasil do samba e do carnaval, ainda existe; não desapareceu. Mas o Brasil de 2020 é mais parecido com seu presidente do que muitos gostariam de admitir", arremata.    

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