Operação investiga esquema de sonegação em venda de bebidas

Operação visa combater crimes de receptação e sonegação de impostos na comercialização de bebidas por empresas do ramo

Operação apreende cerveja | Foto: PC/ Divulgação

O dono de um estabelecimento comercial foi autuado na tarde desta quinta-feira, 13, por sonegação fiscal em Goiânia. Ele foi detido após operação realizada pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decar), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Secretaria Estadual de Economia. O galpão onde estava todo o produto avaliado em cerca de R$ 1 milhão, foi lacrado pelos policiais.

A operação visa combater crimes de receptação e sonegação de impostos na comercialização de bebidas por empresas do ramo, situadas na região metropolitana de Goiânia. Além do dono do estabelecimento, outros dois suspeitos foram conduzidos até a sede da Decar para prestarem esclarecimentos.

A ação investiga estabelecimentos que atuam no ramo do comércio de bebidas adquiridas de forma ilícita. As mercadorias – furtadas, desviadas e roubadas – seriam adquiridas de empresas situadas em cidades satélites de Brasília.

Em uma das empresas investigadas, a investigação comprovou a existência de lotes de bebidas sem quaisquer documentos fiscais que comprovassem a origem.

De acordo com informações da Polícia Civil, muitas das empresas não possuem ou sequer apresentam notas fiscais dos produtos que comercializam ou “fabricam”. Ou emitem notas fiscais fraudulentas para dar uma impressão de que se trata de mercadoria lícita, com o objetivo de dificultar a fiscalização pelos órgãos competentes.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar os demais comerciantes e criminosos que participam no esquema criminoso.

Outro caso

Um caminhão com 33 mil latas de cervejas, com suspeita de sonegação fiscal, foi apreendido na noite da última quinta-feira, 13, em Senado Canedo. Três suspeitos foram presos por operar o esquema que emitia notas ilegais. As investigações dão conta que, desde agosto de 2019, cerca de R$ 2 milhões foram sonegados.

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