Nova onda de protestos contra Trump toma ruas de cidades norte-americanas

Manifestantes rejeitam eleição do magnata à presidência. Polícia chegou a classificar uma das manifestações como “motim”

Manifestações em Nova York e em Oakland, na Califórnia | Fotos: reprodução/ Twitter

Manifestações em Nova York e em Oakland, na Califórnia | Fotos: reprodução/ Twitter

Manifestantes voltaram a fazer protestos na última quinta-feira (10/11) em várias cidades norte-americanas contra a eleição de Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos.

Em Portland, maior cidade do estado de Oregon, a polícia chegou a classificar o protesto de motim, em razão do comportamento “criminoso e perigoso” de parte dos manifestantes. Segundo a polícia, há relatos de vandalismo em vários pontos da cidade.

Em outras cidades, como Chicago e Nova York, as novas manifestações ocorreram de forma pacífica.

Esta foi a segunda noite seguida de protestos. Na quarta-feira (9), ocorreram as primeiras manifestações nas cidades de Nova York, Chicago, Los Angeles e Washington (capital norte-americana).

Os manifestantes se reuniram em vários pontos das cidades e marcharam para as áreas centrais entoando refrão como “Trump não é meu presidente”. Em Nova York, Chicago e Washington, os manifestantes se reuniram em frente a hotéis e prédios comerciais que pertencem ao magnata, que fez carreira empresarial no ramo imobiliário.

Os protestos ocorreram apesar da tentativa do atual presidente, Barack Obama, e do futuro presidente, Donald Trump, de criar um clima de harmonia política no processo de transição de poder.

Obama, que foi eleito pelo Partido Democrata, recebeu Donald Trump na Casa Branca e disse que desejava sucesso ao novo governo. Segundo ele, se os republicanos tiverem êxito, quem vai ganhar é o país. Donald Trump também elogiou Barack Obama. O clima de tranquilidade entre o atual e o futuro governo contrasta com as acusações mútuas que os dois protagonizaram durante a campanha eleitoral. (As informações são da Agência Brasil)

Veja vídeo de protesto em Portland abaixo:

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