“Não há corrida para vacina”, diz Ismael Alexandrino

Segundo aponta o secretário, o estado de Goiás está alinhado e mantém contato constante com o governo federal para recebimento da vacina

Vacina coronavírus | Foto: Reprodução.

O secretário estadual de Saúde, Ismael Alexandrino, afirmou em entrevista ao Jornal Opção, na tarde desta sexta-feira, 25, que a vacina contra Covid-19 precisa passar por todos os crivos técnicos para ser aplicada na população. Por isso, “não há uma corrida pela vacina” no Brasil.

Segundo aponta o secretário, o estado de Goiás está alinhado e mantém contato constante com o governo federal. Assim, não ficaria “de fora”, ou mesmo “atrasado” em relação aos outros estados que possuem contratos para produção da vacina.

“Vacinação sempre foi atribuição do governo federal. A primeira vacina que chegar ao Brasil e passar por todos os crivos técnicos, com validação da Anvisa, vai ser distribuída. Não é algo que pode ser tratado como bandeira política ou como uma corrida”, avalia.

Ismael Alexandrino salienta que a previsão é que a vacina esteja disponível após dezembro ou janeiro. Após isso, o Ministério da Saúde deverá elaborar um calendário, com a definição dos grupos prioritários a serem vacinados de maneira mais urgente, como idosos ou pacientes com comorbidade.

“Não há um corrida pela vacina, nem é uma questão de preferência. Estamos alinhados com o governo federal”, reforça.

No Brasil, há o desenvolvimento de quatro vacinas contra Covid-19. A desenvolvida pela Universidade de Oxford, com convênio com o governo federal e garantia de entrega de 100 milhões de doses. Outra chamada Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan; a BioNTech, alemã, e a Janssen-Cilag, da Johnson-Johnson.

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