Morre o jornalista e cineasta Arnaldo Jabor, aos 81 anos

Ele estava internado no Hospital Sirio-Libanês desde o dia 17 de dezembro, depois de sofrer um AVC

Morreu, na madrugada desta terça-feira em São Paulo, o cineasta, cronista e jornalista Arnaldo Jabor, aos 81 anos. Ele estava internado no Hospital Sirio-Libanês desde o dia 17 de dezembro, depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). A família informou que o jornalista veio a falecer devido a complicações do AVC.

Carioca, nascido em 12 de dezembro de 1940 no Rocha, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, Arnaldo era filho de um oficial da Aeronáutica e uma dona de casa.

Conhecido cineasta brasileiro, Arnaldo foi o autor de filmes como “Toda nudez será castigada” (1973), que conquistou o Urso de Prata no Festival de Berlim e “Eu sei que vou te amar” (1986), indicado à Palma de Ouro de melhor filme do Festival de Cannes. Ele também foi o primeiro vencedor do Festival de Cinema de Gramado.

A partir de 1991, ele passou a escrever crônicas para jornais e também a fazer comentários políticos em programas de TV da Globo. Gostava de abordar temas como cinema, artes, sexualidade, política nacional e internacional, economia, amor, filosofia, preconceito. Lançou oito livros de crônicas, sendo o primeiro “Os canibais estão na sala de jantar” (1993).

Com mais de 50 anos de carreira, sua última participação pública foi na TV Globo no dia 18 de novembro, quando comentou sobre as suspeitas de interferência no Enem.

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