Justiça arquiva processo envolvendo morte do ex-jogador Fernandão

O coronel reformado da Polícia Militar (PM), Milton Ananias, que pilotava o helicóptero em que estava o ex-jogador, teve sua culpabilidade extinta por ter morrido no acidente

| Foto: Alexandre Lops/ Inter

Fernandão faleceu em junho de 2014 no acidente, que vitimou outras quatro pessoas | Foto: Alexandre Lops/ Inter

O juiz Nickerson Pires determinou o arquivamento de processo que apurava a possível responsabilidade do coronel reformado da Polícia Militar (PM), Milton Ananias, que pilotava o helicóptero em que estava o ex-jogador Fernandão, na morte do atleta. A extinção da culpabilidade dele se deu porque Milton também veio a falecer no acidente.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), o laudo do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) apontou que o acidente provavelmente foi causado por desorientação do piloto, já que não houve falha mecânica. A culpa, então, até poderia ser dele, mas ele não faria sentido condená-lo porque ele não pode mais responder pelo caso.

Fernandão morreu em 7 de junho de 2014, depois que o helicóptero onde estava caiu. O ex-jogador, Milton e outras três pessoas foram encontrados por volta das 4 horas da manhã às margens do Rio Araguaia, próximo à cidade de Aruanã. O atleta chegou a ser levado para um hospital, mas não resistiu.

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