Investigado por estupro, professor da UFG é suspeito de improbidade administrativa

Além de apurar possível crime sexual, Ministério Público Federal (MPF) também quer saber se ele está usando estrutura da universidade para dar aulas particulares

O Ministério Público Federal (MPF) em Rio Verde instaurou um inquérito civil para investigar a possível ocorrência de improbidade administrativa praticada por um professor que, atualmente, já é alvo de inquérito no MPF por denúncia de estupro. O caso foi tornado público quando uma professora do curso de Veterinária publicou o relato de uma estudante.

Neste novo inquérito, ele será investigado porque estaria divulgando, em suas redes sociais, um curso particular que será realizado utilizando a estrutura da UFG de Jataí. Diante do fato, o MPF solicitou à universidade que preste esclarecimentos sobre o caso, que configuraria improbidade, em até dez dias.

Estupro

Na denúncia de estupro, a estudante relatou ter entrado em contato com a Ouvidoria da universidade por mais de dez vezes antes de conseguir pedir providências e, até o momento da manifestação da professora, ainda não havia conseguido saber do andamento da questão. A atitude da UFG levou o MPF a pedir informações sobre todos os casos de assédio moral e/ou sexual registrados naquela unidade nos últimos cinco anos.

Além disso, o ministério cobrou que a UFG de Jataí se manifeste sobre  a realização de cursos de conscientização com a comunidade universitária, a identificação do órgão responsável por receber as denúncias de assédio na Universidade e as providências adotadas, em caso de comprovação da prática.

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