Goiás tem primeira pesquisa eleitoral com 10 nomes na disputa pelo governo

Levantamento será divulgado na próxima quinta-feira, 26, e vai testar também o nome do deputado estadual Lissauer Vieira para o Senado

O instituto de pesquisa Real Time Big Data vai realizar pesquisa de intenção de voto para o Governo de Goiás e ao Senado. A pesquisa, registrada na sexta-feira, 20, sob o número 02079/2022, foi encomendada pela Record TV ao custo de R$ 20 mil. O levantamento será efetuado em 39 municípios goianos entre os dias 24 e 25 de maio, com amostra de 1.500 entrevistados e uma previsão de margem de erro de 3% para mais ou para menos. A previsão de divulgação é para próxima quinta-feira, 26.

Será a primeira pesquisa de intenção de voto que levará 10 nomes na disputa pelo governo. No balanço, serão testados os nomes do governador Ronaldo Caiado (UB); do ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (Patriota); do ex-governador Marconi Perillo (PSDB); do deputado federal Major Vitor Hugo (PL); do ex-governador José Eliton (PSB); do senador Vanderlan Cardoso (PSD); do ex-reitor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) Wolmir Amado (PT). Além deles, aparecem também de Edigar Diniz (Novo), Cíntia Dias (PSOL) e Helga Martins (PCB).

Para o Senado, serão sondados sete nomes: o ex-governador Marconi Perillo, o deputado federal João Campos (Republicanos), o deputado federal Delegado Waldir (UB), o deputado federal Zacharias Calil (UB), o ex-ministro das Cidades Alexandre Baldy (Progressistas), o ex-senador Wilder Morais (PL). Também aparecem na lista o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) Lissauer Vieira (PSD) e do empresário Leonardo Rizzo (Novo). O nome do senador Luiz Carlos do Carmo (PSC) não figura no rol de possíveis senadoriáveis.

Pesquisa Espontânea

Além dos nomes apontados nos dois discos, a pesquisa ainda avaliará a gestão do governador Ronaldo Caiado e também terá levantamento espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos postulantes ao Governo de Goiás. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com nível de confiança de 95%.

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