Goiás gera mais de 38 mil empregos formais no primeiro trimestre de 2022

Dados dos Caged mostram crescimento de 150% de empregos no mês de março de 2022 comparado com março de 2021

Goiás gerou 38.084 empregos com Carteira de Trabalho assinada no primeiro trimestre de 2022. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 29, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão ligado ao Ministério da Economia. Esse número é o resultado de 226.164 admissões ante 188.080 desligamentos no período.

O governador Ronaldo Caiado (UB) destaca que o saldo é fruto do pacote de investimentos na área de industrialização. “É o ano da retomada. O ano da virada. De cada vez mais, abrir espaço para que tenhamos novas indústrias, novas áreas absorvendo a demanda de trabalhadores que no período da pandemia, ou por outros problemas, têm déficit na renda ou estão desempregados. E mostrar que Goiás é um Estado não só promissor, mas é hoje, a melhor expectativa de empresas que chegam e que querem se instalar aqui”, ressalta.

O Caged também divulgou os dados do mês de março. Goiás registrou saldo de 8.355 novas vagas, o que representa um aumento de praticamente 150% em relação ao mesmo período do ano de 2021. Esse resultado é fruto de 75.022 admissões ante 66.667 desligamentos. O setor de Serviços, fortemente prejudicado durante os dois anos de pandemia da Covid-19, está se recuperando e liderou este mês com saldo de 3.158 vagas, seguido de Construção (1.822), Indústria (1.438), Agropecuária (1.300) e Comércio (637).

Com os dados acumulados de janeiro a março, Goiás ocupa a primeira posição na Região Centro-Oeste e mantém a 6ª posição nacional, ficando atrás apenas de São Paulo (176.151), Santa Catarina (64.038), Minas Gerais (62.421), Rio Grande do Sul (56.337) e Paraná (56.225).

Já no período acumulado do ano (janeiro a março), o setor de Serviços segue na ponta com 17.982 novos empregos, seguido por Agropecuária (7.211), Construção (5.792), Indústria (4.798) e Comércio (2.301). Apenas o setor agropecuário obteve crescimento de 25,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Os segmentos que mais contribuíram para a contratação de mão de obra formal no agro foram o de produção de lavouras temporárias, com 4.105 vagas, e atividades de apoio à agricultura e à pecuária, com 2.622 empregos.

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