General diz que esquerda sondou Exército para decretar “estado de defesa”

À “Veja”, Eduardo Villas Bôas relatou que dias antes do impeachment de Dilma Rousseff, políticos ligados à petista procuraram as Forças Armadas

Comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas | Foto: Tiago Corrêa -Dircom

A entrevista desta semana de “Veja” promete ser bombástica. Isso porque o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, revela que “políticos de esquerda” sondaram a instituição sobre um possível decreto de estado de defesa no ano passado.

Segundo ele, durante os últimos dias do governo Dilma Rousseff (PT), aliados foram até a assessoria parlamentar do Exército no Congresso Nacional e perguntaram como a instituição receberia a medida — que tem como objetivo “preservar ou o restabelecer a ordem pública ou da paz social ameaçadas por grave ou iminente instabilidade institucional”.

O objetivo seria conter as manifestações que ocorriam contra o governo. Villas Bôas diz que as Forças Armadas ficaram “alarmadas” e rechaçaram de plano a possibilidade. A entrevista completa sai na edição de domingo (23/4) de “Veja”.

 

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