Garotinho deve deixar Bangu e ir para hospital, decide ministra do TSE

De acordo com decisão, após receber os cuidados médicos, ex-governador do Rio de Janeiro deve seguir para prisão domiciliar

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luciana Lóssio concedeu nesta sexta-feira (18/11) prisão domiciliar ao ex-deputado federal e ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR), preso esta semana pela Polícia Federal (PF) sob a acusação de compra de votos.

Garotinho deverá ser transferido imediatamente para um hospital e não poderá ficar mais preso no Complexo Penitenciário de Bangu, no Rio de Janeiro, para onde foi transferido na quinta-feira (17). Após receber os cuidados médicos, o ex-parlamentar poderá seguir para casa, segundo a decisão da ministra.

De acordo com a PF, a prisão faz parte de investigações relativas ao uso do programa Cheque Cidadão, benefício de R$ 100 concedido pela prefeitura de Campos dos Goytacazes para compra de produtos alimentícios pela população. Garotinho é secretário de Governo da cidade. A esposa dele, Rosinha Garotinho (PR), é prefeita.

A defesa de Garotinho sustenta que a “prisão é arbitrária, ilegal e baseada em fatos que não ocorreram”. O advogado Fernando Augusto Fernandes, responsável pela defesa de Garotinho, disse que o decreto de prisão ocorrido em razão de decisão da 100ª Vara Eleitoral de Campos vem na sequência de uma série de prisões ilegais decretadas por aquele juízo e suspensas por decisões liminares do TSE.

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Lita Carneiro

O ex-governador Garotinho deu um show, igualzinho a um garoto mimado que esperneia, bate o pé quando contrariado. De hora pra outra o mal estar que ele disse sentir desapareceu; resistiu o quanto pode para não ser conduzido a um HOSPITAL PÚBLICO ou para o presídio que ele mesmo mandou construir quando governador. Agora, os governantes vão se preocupar com a manutenção dos presídios. Depois da Lava-Jato, tudo pode acontecer. Bom né, ver bandidos de colarinho branco tratados igualmente com os de pés de chinelo.