Extremista Sara “Winter” pode deixar prisão, mas com tornozeleira eletrônica

Alexandre de Moraes a proibiu de se aproximar por pelo menos um quilômetro do Congresso e do STF

Sara Winter: a bolsonarista ameaça um ministro do Supremo Tribunal Federal | Foto: Reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Morais, decidiu, nesta quarta-feira, 24, que a extremista Sara Giromini, conhecida como Sara Winter, pode deixar a prisão. No entanto, ela deverá usar tornozeleira eletrônica para ser monitorada.

Além de usar o equipamento de monitoramento, a ativista de extrema direita não pode manter contato com pessoas ligadas ao grupo dos “300 pelo Brasil”, que estava acampado em Brasília, e pregava uma “ucranização do país”. Ela também não pode ter contato com parlamentares como Bia Kicis, Carla Zambelli e o blogueiro governista Allan dos Santos.

Os membros do grupo, inclusive Sara, não pode se aproximar por pelo menos um quilômetro do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional. O grupo é acusado de soltar rojões em direção ao STF como sinal de hostilidade à suprema corte.

Sara “Winter” estava detida desde o dia 15 na Penitenciária Feminina do Distrito Federal. Ela, e outros cinco membros do grupo dos 300, que também foram presos, são acusados de captar recursos para exercerem atos antidemocráticos e crimes contra a Lei de Segurança Nacional.

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