Expectativa de vida em Goiás está abaixo da média nacional

IBGE mostrou que média da vida dos brasileiros em 2014 aumentou 3 meses em relação ao ano anterior, enquanto no Estado crescimento foi de um mês

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (1º/12) que a expectativa de vida em Goiás (73,8 anos) continua abaixo da média nacional (75,2 anos). Em comparação com 2014, cuja expetativa foi  74, 9 anos, o País aumentou a esperança de vida em 3 meses e 18 dias. Já Goiás, se comparado com 2013, teve aumento de apenas um mês.

No Brasil, a média para homens teve aumento de 3 meses e 25 dias, passando de 71,3 anos para 71,6 anos. Número é maior do que o do público feminino, que ganhou mais 3 meses e 11 dias de vida, passando de 78,6 anos para 78,8 anos.

A taxa de mortalidade infantil (até 1 ano de idade) em 2014 ficou em 14,4 para cada mil bebês e a taxa de mortalidade na infância (até 5 anos de idade), em 16,7 por mil. As informações ficam nas Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2014, que apresentam as expectativas de vida às idades exatas até os 80 anos e são usadas pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário.

Em 2014, o Estado com maior expectativa de vida foi Santa Catarina, com 78,4 anos, sendo 75,1 anos para os homens e 81,8 anos para as mulheres.

Por outro lado, o Maranhão possui expectativa de 70 anos, bem abaixo da média nacional. Para os homens, a menor esperança de vida estava em Alagoas, com 66,2 anos, e para as mulheres em Roraima, com 73,7 anos.

Alagoas foi o Estado que apresentou a maior diferença entre as expectativas, com os homens vivendo 9,5 anos a mais que mulheres. A menor diferença foi observada em Roraima, onde as mulheres viveram 5,3 anos a mais que os homens.

Em relação à mortalidade infantil, a maior taxa foi observada no Amapá (23,7 por mil nascidos vivos), e a menor no Espírito Santo (9,6 por mil).

iptu

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