Em meio a protestos, Câmara deixa reforma do IPSM para semana que vem

Texto encaminhado pela gestão Iris causou polêmica na Casa de leis 

Em meio a protestos de servidores, o novo texto da reforma da Previdência de Goiânia dominou o debate na Câmara Municipal durante esta semana, sem ao menos ter chegado à Comissão de Constituição de Justiça.

A previsão era para que o projeto encaminhado pelo Paço fosse apreciado pelo colegiado ainda nesta semana e, até a quinta-feira (16), vereadores cogitavam convocar sessão extraordinária para colocá-lo em pauta.

Ao Jornal Opção na manhã desta sexta-feira (17/9), entretanto, a vereadora Sabrina Garcêz (PTB), presidente da CCJ, descartou a possibilidade. “Não há nenhuma chance”, garantiu. O colegiado se reúne até a próxima quarta-feira (22).

A gestão do prefeito Iris Rezende (MDB) já sinalizou acatar 18 das 32 emendas apresentadas por representantes sindicais ao projeto da reforma previdenciária. A categoria, entretanto, segue relutante e não abre mão de nenhuma das reivindicações.

Um dos principais e mais polêmicos trechos da matéria trata da mudança da alíquota de contribuição dos servidores. A categoria sugere que seja de 11%. Na proposta enviada pelo Executivo, entretanto, as alíquotas seriam de 12% a partir de 2019; 13% a partir de 2020 e 14% a partir de 2021.

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