Diretora de escola estadual e esposa são encontradas mortas em Anápolis
21 junho 2026 às 16h37

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A diretora do Colégio Estadual Professor Heli Alves, Tatiana Chagas dos Santos, de 51 anos, e a esposa dela, de 42 anos, foram encontradas mortas dentro da casa em que moravam, no Jardim América, em Anápolis, na madrugada deste domingo, 21. A Polícia Civil investiga o caso e aguarda o resultado das perícias para esclarecer as circunstâncias das mortes.
Tatiana era gestora do Colégio Estadual Professor Heli Alves e trabalhava na rede pública estadual de educação há 22 anos. Em nota, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) manifestou pesar pela morte da professora e destacou a trajetória dela no serviço público.
De acordo com a Seduc, Tatiana era formada em História e exercia a função de gestora escolar desde 2018. A secretaria afirmou que a educadora construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a aprendizagem, pela liderança e pelo cuidado com estudantes, professores e a comunidade escolar.
“Ao longo de sua carreira, deixou uma contribuição significativa para a educação em Goiás, sendo reconhecida pelo profissionalismo, pela dedicação ao serviço público e pela defesa de uma educação de qualidade para todos”, afirmou a pasta.
A morte da diretora e da companheira provocou comoção nas redes sociais. Amigos, alunos, ex-alunos e colegas de profissão publicaram mensagens de luto e lembraram a atuação de Tatiana na escola.
Uma aluna afirmou que Tatiana era uma profissional humana e próxima dos estudantes. “Melhor diretora e professora, muito humana, sempre ajudando seus alunos, vai fazer muita falta”, escreveu.
Uma conhecida relatou que conviveu com a educadora por mais de duas décadas e disse ter ficado chocada com a notícia. “Conhecia a Taty há mais de 20 anos, fomos vizinhas. A última vez que topei com ela foi na sala da diretoria com meu filho, aluno adolescente. Fiquei triste, fiquei chocada”, publicou.
Colegas de profissão também destacaram o acolhimento de Tatiana no ambiente escolar. Um professor afirmou que foi bem recebido por ela quando chegou à unidade. “Sempre me incentivou, nunca me negou nada, sempre me defendeu na escola, super criativa, alegre e divertida. Mudou a vida para melhor de milhares de alunos”, escreveu.
Em outra manifestação, uma amiga lamentou a perda e relacionou a tragédia a um contexto de sofrimento emocional e falta de acolhimento. “Perdemos amor, perdemos amizades sinceras, perdemos empatia, perdemos companheirismo”, publicou.
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