Dia do Beijo expõe riscos do mau hálito e da transmissão de doenças pela saliva
13 abril 2026 às 17h26

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Celebrado nesta segunda-feira, 13, o Dia do Beijo chama atenção não apenas para o afeto, mas também para os cuidados com a saúde bucal. Especialistas alertam que o mau hálito, além de causar constrangimento, pode indicar desequilíbrios na cavidade oral e facilitar a transmissão de doenças por meio da saliva.
Em cerca de 90% dos casos, a halitose tem origem na própria boca, principalmente pelo acúmulo de resíduos e bactérias. A chamada saburra lingual, camada esbranquiçada que se forma sobre a língua, é uma das principais causas do odor desagradável, geralmente associada à higienização inadequada.
Segundo a cirurgiã-dentista Bruna Conde, membro da Associação Brasileira de Halitose, a maioria dos quadros pode ser controlada com cuidados básicos. “Na maioria dos casos, o mau hálito tem origem na própria boca, principalmente pelo acúmulo de bactérias na língua e entre os dentes. Com uma rotina adequada de higiene, é possível evitar situações constrangedoras”, afirma.
Além do desconforto social, o beijo pode facilitar a transmissão de doenças. Entre as mais comuns estão a mononucleose infecciosa e o herpes labial. Em situações com lesões na boca, também há risco de contágio por sífilis, além de problemas como gengivite e candidíase oral.
A recomendação é manter uma rotina rigorosa de higiene, com escovação adequada, uso diário de fio dental e limpeza da língua. Consultas regulares ao dentista também são consideradas essenciais para prevenir complicações e garantir a saúde bucal.
Sinais como gosto ruim persistente, sangramento nas gengivas, inchaço ou feridas recorrentes devem servir de alerta. Com cuidados simples, é possível evitar riscos e garantir que o beijo continue sendo associado ao bem-estar.
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