De saída, Ana Carla Abrão comemora: “Goiás estará bem melhor em 2017”

Secretária da Fazenda defendeu medidas de austeridade adotadas pelo governador Marconi Perillo desde o ano passado

Secretária durante o almoço com a imprensa | Foto: Alexandre Parrode

Secretária durante o almoço com a imprensa | Foto: Alexandre Parrode

A secretária da Fazenda de Goiás, Ana Carla Abrão, afirmou que as medidas implantadas pelo governo do estado nos últimos dois anos garantirão que, ao contrário de todo o país, Goiás tenha um 2017 “muito melhor” que este ano.

Em almoço nesta terça-feira (20/12), a economista, que está de malas prontas para voltar para São Paulo, se despediu de profissionais da imprensa e destacou conquistas da quarta gestão de Marconi Perillo (PSDB).

“Enquanto outros ainda estão com discurso de cortes de gastos, redução da máquina, nós já superamos essa fase e estamos planejando crescimento econômico, investimentos. Tenho certeza que, com a aprovação do pacote de austeridade na Assembleia, teremos um cenário muito positivo”, destacou.

À frente da Sefaz-GO desde janeiro de 2015, Ana Carla Abrão se disse extremamente realizada e acredita que cumpriu seu dever para com os goianos: “Foi uma experiência maravilhosa, gratificante, tanto no plano profissional, quanto no pessoal. Acredito que os resultados estão ai para mostrar que o trabalho que foi feito a tantas mãos deu certo. O balanço é absolutamente positivo.”

Questionada se, após quase dois anos na gestão pública, não teria planos de disputar um cargo eletivo, ela desconversou: “Não confirmo e nem nego”. Filha de dois políticos notórios, a senadora Lúcia Vânia (PSB) e o ex-governador Irapuan Costa Jr., ela reconhece que “se encontrou” na política — mas sabe que é cedo para falar de 2018.

Durante a coletiva, a secretária reiterou a importância da aprovação, na íntegra, do Programa de Austeridade pelo Crescimento do Estado de Goiás — que já foi parcialmente analisado pela Assembleia Legislativa. “A discussão não pode ser partidária, pois perde a coerência. O ajuste é apartidário e enquanto ficarmos em debates menores, focado em disputas locais, estaremos sendo incoerentes e não vamos ajudar o país”, alertou.

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