Conselho de Ética da Câmara arquiva representação contra Chico Alencar

Relator do caso argumentou que não há justa causa na representação, apresentada pelo deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP)

Chico Alencar: "Não era uma representação, era uma retaliação" | Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Chico Alencar: “Não era uma representação, era uma retaliação” | Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados decidiu nesta quinta-feira (10/12), por unanimidade, arquivar o pedido de abertura de processo de investigação sobre suposta quebra de decoro do líder do PSOL na Câmara, deputado Chico Alencar (RJ).

O relator do caso, deputado Sandro Alex (PPS-PR), argumentou que não há justa causa na representação, apresentada pelo deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), aliado do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Na representação, o parlamentar acusava Chico Alencar de ter usado recursos da Câmara para fins eleitorais por ter parte da sua campanha financiada por funcionários de seu gabinete e de ter apresentado notas frias por serviços prestados por empresa fantasma para ser ressarcido pela Câmara. Segundo Chico Alencar, “não era uma representação, era uma retaliação”, justificada, de acordo com ele, pela posição de oposição ao presidente da Câmara.

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