Compras no varejo devem fechar em alta de 2,5% em Goiás, projeta Acieg

Cerca de 9,3 milhões de consumidores deixarão para fazer as compras de Natal na última hora no Brasil

Consumo no varejo | Foto: Reprodução

Em Goiás, a Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg) estima que as compras no varejo, impulsionadas pelas festas de fim de ano, devem fechar o ano de 2020 com alta de 2,5%. Para a entidade, a alta esperada representa uma tendência de melhora em relação ao resto do ano. Os números, no entanto, são menores que de 2019.

O presidente da Acieg, Rubens Fileti, destaca que o aumento tímido, de 2,5%, está associado à demanda reprimida, mas que apesar disso o cenário é de otimismo. “Estimamos esse crescimento em função da injeção do 13° salário e do auxílio emergencial que as pessoas receberam, um dinheiro que acabou entrando na conta das pessoas”, diz.

Entre outros fatores que sustentam a projeção, o presidente aposta na facilidade do comércio online. “Em função de tudo o que aconteceu neste ano, as pessoas começaram a ter mais coragem de comprar através da internet e do comércio eletrônico. Dessa forma é possível considerar o e-commerce e o modelo híbrido como uma importante alavanca para esse crescimento”, aponta.

No Brasil

Cerca de 9,3 milhões de consumidores deixarão para fazer as compras de Natal na última hora, entre quarta, 23, e quinta-feira, 24, segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Em números percentuais, 9% dos consumidores pretendem fazer alguma compra nesta semana do Natal. Esse dado se aproxima dos 10% registrados no ano passado.

Segundo a pesquisa da CNDL, 61% dos entrevistados dizem que a expectativa por promoções é a principal justificativa para postergar as compras. Outros 15% destacaram a falta de tempo, enquanto 15% estão à espera do pagamento da segunda parcela do 13º salário. Há ainda 10% de entrevistados que culpam a preguiça de fazer compras, empurrando a tarefa para o limite da data comemorativa.

O levantamento ainda mostra que 40% dos consumidores pretendia realizar as compras de Natal na primeira quinzena de dezembro, enquanto 33% esperava se organizar e garantir os presentes ao longo do mês de novembro.

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