Complexo Prisional de Aparecida vai receber visita de representantes de quatro países
11 maio 2026 às 19h00

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Representantes de quatro países, entre eles um embaixador, estarão em Goiás nesta semana para participar de uma visita guiada ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.
O objetivo é mostrar aos visitantes o funcionamento do complexo, desde o controle até o processo de ressocialização dos detentos, e integra um estratégia do governo de Goiás de exportar para outros países o modelo de segurança pública aplicado no estado.
Estão confirmados o embaixador de El Salvador e representantes do Haiti, Equador e México ligados à área de segurança pública desses países.
A visita será guiada pelo diretor-geral da Polícia Penal, Josimar Pires. Do complexo, a comitiva internacional deve seguir para a Secretaria de Segurança Pública (SSP), onde será apresentada ao Centro de Comando da pasta, sob liderança do Coronel Renato Brum.
Esta não é a primeira vez que o Complexo Prisional de Aparecida receberá visitas de representantes de outros países. Os embaixadores salvadorenho e equatoriano, por exemplo, já visitaram o sistema prisional goiano em diferentes ocasiões.
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Com baixos índices de criminalidade, o governo do Estado aderiu, já há alguns anos, a estratégia de “expor na vitrine” seu sistema penitenciário como um “case de sucesso” para outros estados e países. O Complexo de Aparecida também já recebeu a visita de governadores, deputados e senadores de outros entes federativos.
Ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, Antônio Carlos Magalhães Neto, o ACM Neto, foi uma das lideranças políticas que estiveram no Complexo aparecidense recentemente. Na última semana, ele foi ao local acompanhado de Ronaldo Caiado e teceu elogios à reestruturação feita no sistema.
“É possível atuar de forma correta, estabelecendo um complexo penitenciário funcional, onde os detentos recebem tratamento digno, mas com disciplina, têm acesso a estudo e trabalho, e, acima de tudo, sentem a firme presença do Estado, elemento absolutamente essencial”, afirmou.


