A Casa Civil enviou à Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira, 11, o projeto de lei do governo do Estado que cria a Goiás Tecnologia, empresa fruto da incorporação reversa da Goiás Telecom pela Planalto Solar Park, um dos últimos ativos da CelgPar. A proposta deve ser recebida no Legislativo nesta terça-feira, 12, já para começar a tramitar.

A nova empresa, que, em termos de estrutura, utilizará as sedes físicas das empresas já existentes e que serão incorporadas, terá como objetivo dar suporte técnico ao Estado na chamada “transformação digital” pretendida por Daniel Vilela.

Conforme apurado pelo Jornal Opção, a expectativa do Palácio é que o projeto seja votado ainda nesta semana.

Em entrevista exclusiva ao Jornal Opção em abril, o gestor de marketing e profissional de TI João Grego, escolhido por Daniel para dirigir a nova empresa, destacou que a ideia principal da nova empresa é ser um “indutor da economia” e “potencializar” o uso das ferramentas tecnológicas espalhadas e em uso pelas secretarias, além da obtenção de novas soluções nesse segmento para o Estado.

“Queremos otimizar o uso dos talentos e das plataformas de tecnologia já existentes. Ao fazer isso, otimizando esses recursos, esperamos trazer mais vantagens ao cidadão. O Estado não é um gerador de receita. Portanto, ele deve ser um facilitador para quem gera receita. Ele precisa atuar como um indutor da economia. Ele tem que ser um indutor. Não pode funcionar como um agente que trava; precisa, acima de tudo, impulsionar”, disse.

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