Comissão conclui votação da Reforma da Previdência nesta terça (9/5)

Após invasão de agentes penitenciários, destaques não puderam ser votados na semana passada

Sessão da Comissão da Reforma da Previdência | Foto: Antônio Augusto

A Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 287/16) reúne-se nesta terça-feira (9/5) para votar os 12 destaques que faltam para a aprovação do texto. O texto-base foi aprovado na semana passada.

Depois de analisada pelo colegiado, a proposta de emenda à Constituição precisa ser votada em dois turnos pelo plenário, e receber pelos menos 308 votos para ser aprovada e encaminhada para análise do Senado.

A votação dos destaques foi interrompida na noite da última quarta-feira (3), quando agentes penitenciários invadiram o plenário da comissão para protestar contra a retirada da categoria da regra de aposentadoria especial dos policiais.

O presidente da comissão, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), disse que a questão dos agentes penitenciários só deverá ser analisada agora em algum destaque de Plenário.

“A mensagem que nós passamos é a seguinte: Na marra, não vai. Agora, se as coisas se acalmarem, eu vejo um caminho para que isso possa, no plenário”, disse.

Termos 

O relatório de Maia estabelece idade mínima para a aposentadoria de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres, com tempo de mínimo de 25 anos de contribuição. Para receber o benefício integral a que tem direito, o trabalhador terá que contribuir para a Previdência Social por 40 anos.

A proposta original do governo previa idade mínima de 65 anos para homens e mulheres, com 25 anos de contribuição. O tempo máximo de contribuição para garantir acesso ao benefício integral era de 49 anos no texto do Palácio do Planalto.

No relatório de Maia, a idade mínima para aposentadoria dos trabalhadores rurais foi alterada de 65 para 60 anos, com 20 anos de contribuição, em vez de 25, como propôs inicialmente o governo.

Segundo a proposta do relator, os professores poderão se aposentar aos 60 anos, com 25 anos de contribuição. Maia manteve a proposta de inclusão dos parlamentares no Regime Geral da Previdência, com previsão de aposentadoria a partir dos 60 anos.

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a pensão permanecerão vinculados ao salário mínimo. No caso das pensões, o relatório de Maia prevê o acúmulo de aposentadoria e pensão de até dois salários mínimos e, para os demais casos, mantém a possibilidade de opção pelo benefício de maior valor.

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Creuza Borges

É um absurdo essa reforma da previdência mesmo com mudanças da idade para mulher 62 para quem vai se aposentar com um salário mínimo é muita falta de sensibilidade., pessoas que contribui para receber um salário mínimo geralmente é um trabalho pesado.vc já se imaginaram sobreviver com um salário mínimo?? porque vcs não reduzem o salário de vcs? deveriam também contribuir como qualquer trabalhador.mais o povo vai dar a resposta para aqueles que votaram a favor da reforma da previdência nas urnas 2018 está próximo e vcs não vão se manter no oculto.pense nisso.