Balança comercial mantém superávit de US$ 165 milhões em setembro

Este é o 20º mês consecutivo em que o Estado tem resultados positivos 

Vice-governador José Eliton (PSDB) | Foto: Ascom / SED

Vice-governador José Eliton (PSDB) | Foto: Ascom / SED

Exportações de US$ 439,436 milhões e importações de US$ 274,061 milhões produziram saldo positivo de US$ 165,375 milhões para a balança comercial goiana de setembro.

Com este superávit, a corrente de comércio internacional goiana mantém resultado positivo pelo vigésimo mês consecutivo. Os números foram divulgados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SED), pasta comandada pelo vice-governador José Eliton (PSDB).

Na comparação com setembro do ano passado, a queda de 15,2% nas exportações e de 23,8% nas importações fez com que o saldo comercial do mês avançasse 4,6%.

No mês, o complexo das carnes (bovinas, aves e suínas) liderou as vendas para o mercado externo. As carnes foram responsáveis por 25,74% do total exportado, seguidas pelo complexo soja com 22,23%; milho, 19,4%; ferroligas, 8,52%; couros e derivados, 4,56%; açúcar, 4,54%; ouro, 3,87%; sulfeto de cobre, 1,4%; amianto, 1,06%; máquinas e equipamentos elétricos e mecânicos, 0,71%; produtos farmacêuticos, 0,37%; e café, chá, mate e especiarias, 0,32%.

Os principais destinos das exportações foram China e Holanda. Os chineses foram responsáveis por 16,6% das exportações goianas, enquanto os holandeses compraram 11,32% dos produtos fabricados em Goiás. A Coreia do Sul vem em seguida com 10%. Vietnam, 6,6%; Arábia Saudita, 4,15%; Taiwan, 4%; Egito, 3,6%; Rússia, 3,47%; Irã, 3,3%; e Suíça, 3,2%, completam a lista dos principais mercados dos produtos goianos.

Importações

Veículos automóveis e tratores, com suas partes e acessórios, representaram 23,6% do valor total importado por Goiás em setembro. Os produtos farmacêuticos aparecem na sequência com 20% das importações. Depois, pela ordem, vêm adubos ou fertilizantes, 18,2%; caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, 10,5%; produtos químicos orgânicos, 6,7%; máquinas, aparelhos e materiais elétricos e suas partes, 4%; plásticos e suas obras, 2,5%; instrumentos e aparelhos de óptica ou fotografia, 1,6%; móveis, mobiliário médico-cirúrgico e colchões, 1,5%; e produtos diversos das indústrias químicas, 1,09%.

Os países que se destacaram como origem das importações goianas foram a Coreia do Sul, Estados Unidos, Japão, Alemanha, China, Rússia, Índia, Tailândia, Canadá e Suíça.

Acumulado do ano

De janeiro a setembro, as exportações goianas atingiram o valor de US$ 4,361 bilhões, um recuo de 20,5%, se comparado ao mesmo período do ano passado. As importações apresentaram retração de 21,3% ao registrar a soma de US$ 2,641 bilhões. No período, o saldo comercial foi favorável ao Estado em US$ 1,719 bilhão.

No ano, a balança comercial brasileira também apresentou queda nas exportações de 16,7%, enquanto as importações nacionais caíram 23%. O saldo nacional está acumulado em US$ 10,2 bilhões.

Até o momento, as exportações goianas participam com 3% das vendas nacionais, as importações goianas chegam a 2%, mas o saldo comercial da balança comercial goiana representa 16,7% do superávit nacional.

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