Bailarino do Basileu França é “Melhor Jovem Talento” no Prix de Lausanne

Miguel Oliveira, de 16 anos, foi reconhecido entre 70 participantes de todo o mundo

O bailarino da Escola do Futuro em Artes Basileu França Miguel Oliveira, de 16 anos, recebeu o prêmio de “Melhor Jovem Talento”, oferecido pela Fundação Nureyev, na edição 2022 do Prix de Lausanne. Foram 81 bailarinos selecionados. Destes, 70 participaram da competição e 20 foram finalistas.

“É uma etapa muito importante na minha vida e ter o prazer de receber um prêmio pelo trabalho que tive, junto com os meus professores, é algo inexplicável”, disse Miguel na hora de receber o prêmio. Pelo destaque na competição, Miguel também ganhou bolsa de estudos em instituições consagradas. Dentre elas, ele optou por estudar em Hamburgo, na Alemanha.

A coordenadora de Dança da Escola do Futuro do Estado de Goiás (EFG) em Artes Basileu França, Simone Malta, estava com Miguel na Suíça. Ela afirmou que a qualidade técnica e artística desenvolvida pela equipe de professores, os componentes curriculares, a estrutura das salas e do teatro contribuíram para a conquista do jovem. “Tudo isso faz com que a escola se destaque entre tantas outras do mundo”, afirma.

Simone lembra que quatro bailarinos do Basileu França seguiram carreira internacional em 2020. “No ano passado foram cinco e, neste ano, que mal começou, o Miguel Oliveira já segue sua jornada de Goiás para o Mundo”.

Diretora da EFG em Artes Basileu França, Lóide Magalhães lembra que o diferencial da escola é a preparação. “O aluno do Basileu já sai pronto para o mercado de trabalho. Além disso, eles também têm a oportunidade de dançar e treinar muito, já que contam com um teatro dentro da escola.”

Natural de Brasília, Miguel Oliveira começou a dançar com cinco anos na escola onde o irmão estudava, no Distrito Federal. O bailarino chegou a EFG em Artes Basileu França aos 13 anos, por meio de um curso de verão. “Eu vim justamente por sempre ouvir falar que a escola formava e preparava muito bem os bailarinos. Nos festivais, os bailarinos do Basileu França sempre conseguiam destaque pela qualidade técnica e artística”, afirma o jovem.

Logo após o curso, Miguel mudou-se para Goiânia com o irmão e integra o Balé do Teatro Escola Basileu França. No cotidiano dos treinos e apresentações, a carreira internacional era o objetivo. “Sempre foi meu sonho, principalmente o Prix de Lausanne”, enfatiza.

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