Após prisão por show clandestino, defesa consegue soltura do cantor Belo

Desembargador acatou o habeas corpus protocolado pela defesa e determinou a soltura do artista na madrugada desta quinta-feira, 18. Em meio a aglomeração, Belo se apresentou no último sábado em uma escola pública do Rio de Janeiro

Foto: Reprodução/ TV Globo

O desembargador Milton Fernandes de Souza acatou o pedido de habeas corpus protocolado pela defesa do cantor Belo e determinou a soltura do cantor na madrugada desta quinta-feira, 18.

Belo foi preso pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ele, outros dois produtores e um traficante são investigados pela realização de um show em uma escola pública do Rio, no último sábado, 13.

Segundo a polícia, eles violaram as medidas de distanciamento social previstas pelo decreto municipal que proibiu aglomerações no carnaval.

As autoridades acusam belo por infração de medida sanitária, crime de epidemia, invasão de prédio público e associação criminosa.

No entanto, o cantor desconhece: “Até agora eu não entendi o que eu fiz para estar passando por essa situação. Quero saber qual o crime que eu cometi. Subi no palco e cantei”.

Após reconhecer que sua empresa recebeu o dinheiro pelo show “CNPJ com CNPJ”, Belo acrescentou: “Se eu não posso cantar para o público, a minha vida acabou”.

Porém, mais tarde, disse, por meio de nota, estar “ciente” da gravidade da crise sanitária e se desculpou por ter se apresentado meio a aglomerações.

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