Análise de mensagens contidas em celulares jogados pela janela pode pôr fim ao caso Henry

Monique Medeiros e Jairo Souza teriam tentado se livrar dos celulares jogando-os pela janela no momento de suas prisões, mas a polícia conseguiu recuperar os aparelhos

Análise de novas trocas de mensagens pode colocar um fim no caso Henry. | Foto: reprodução redes sociais.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro aguarda a liberação da análise pericial dos telefones de Monique Medeiros e do vereador Jairo Souza (sem partido), mais conhecido como Dr. Jairinho. Esses aparelhos sofreram uma tentativa de descarte ao serem jogados pela janela no último dia 8, no momento da prisão do casal, o qual é acusado de envolvimento na morte de Henry Borel Medeiros, de 4 anos, filho de Monique Medeiros e de seu ex-marido, Leniel Borel.

A polícia acredita que novas trocas de mensagens, as quais podem estar contidas nesses aparelhos, podem ajudar na investigação do caso, elucidando o que de fato aconteceu na noite em que o menino morreu. 

O caso

Henry Borel Medeiros morreu no último dia 8 de março, depois de ter dado entrada em um hospital localizado na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro. Leniel Borel, pai do menino, afirma que os dois haviam passado o final de semana juntos e que ele o teria entregue à Monique já na noite do dia 7. Na madrugada da segunda-feira, 8, Monique teria telefonado para o pai de Henry alegando que precisaria levar a criança para o hospital, pois Henry estava com dificuldades para respirar.

Às 5:42 horas da manhã do dia 8, Henry acabou falecendo. De acordo com o laudo da necropsia, a causa da morte teria sido uma hemorragia interna e laceração hepática provocada pelo que os peritos acreditam que tenha sido uma agressão.

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