60% dos vereadores se declaram pré-candidatos ou se colocam à disposição para disputar o pleito em 2022

Dos 35 vereadores, apenas nove parlamentares afirmaram não terem nenhuma intenção de concorrer nas próximas eleições; seis vereadores deixaram a possibilidade em aberto

Parlamentares no plenário da Câmara Municipal de Goiânia | Foto: Reprodução

Com o passar dos dias e a aproximação de 2022, diálogos e articulações políticas mudam gradativamente o cenário que caminha em direção ao pleito do próximo ano. Ansiosas pelo próximo passo, políticos já eleitos viabilizam possibilidades de reeleição ou de dar um passo adiante, na busca de um cargo diferente. Esse é o caso de vários vereadores da Câmara Municipal de Goiânia.

Como apurado pelo Jornal Opção durante o mês de setembro, até o momento, dez parlamentares já se declaram pré-candidatos a deputados, seja para ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) ou na Câmara dos Deputados, em Brasília. Dos 35 vereadores, apenas nove logo de cara já descartaram a possibilidade ou demonstraram desinteresse em pleitear qualquer cargo durante as eleições de 2022.

Entre eles, o vice-presidente da Casa Legislativa, Clécio Alves, os vereadores Marlon (Cidadania), Leia Klébia (PSC), Kleybe Morais (MDB), Joãozinho Guimarães (SDD), Isaías Ribeiro (Republicanos) – que foi o vereador goianiense mais bem eleito em 2020, com 9.323 votos -, Bruno Diniz (PRTB) e os suplentes Célio Silva (PTC) e Raphael da Saúde (DC).

Pré-candidatos

Da esquerda para direita, o presidente da Casa, Romário Policarpo (Patriota) e os vereadores Sargento Novandir (Republicanos), Thialu Guiotti (Avante), Willian Veloso (PL) e Sabrina Garcêz (PSD) | Fotos: Reprodução

A lista de vereadores que pretendem pleitear um novo cargo em 2022 pode ser iniciada com o próprio presidente da Casa, Romário Policarpo (Patriota), que acaba de ser antecipadamente reeleito para a terceira  gestão de presidente da Câmara – referente ao biênio de 2023 e 2024. Ainda que tenha criado um marco com uma segunda reeleição que nunca antes ocorrera na Câmara de Goiânia, garante que já é definição de seu partido seu lançamento como candidato no próximo ano.

Ainda que, ao Jornal Opção, Policarpo tenha dito que não havia uma definição quanto a qual cadeira disputar – entre deputado estadual e federal -, o que se espera, com base em outras declarações ao jornal e a outros veículos de comunicação, é que o presidente se candidate à Câmara Federal no próximo ano. Sua principal aposta, para que essa candidatura e possível eleição sejam viabilizadas, é focar na área da Segurança Pública, uma vez que Romário faz parte da Guarda Civil Metropolitana de Goiânia.

Isso, porque ele explica que o que pode trazer sucesso ao projeto, muito mais que articulações, será a realização de seu trabalho – que, segundo ele, está a todo o vapor. Além da própria capital, o parlamentar articula com o interior do estado, em busca de apoio dos habitantes dessas regiões. “Temos tentado fazer um trabalho de construção junto as prefeituras  ajudando na formação dos guardas civis com cursos de capacitação e conseguindo o envio de recursos a esses municípios através da Secretaria Nacional de Segurança Pública”, exemplifica Policarpo quanto a uma das ações implementadas.

Em seu segundo mandato como vereador goianiense, Sargento Novandir (Republicanos) é outro que se declara pré-candidato a deputado estadual. Segundo ele, seu partido está em plena articulação em prol de seu lançamento como candidato e que o entendimento quanto a disputa é unânime entre os colegas do grupo.

“Todos entendem que eu devo dar esse passo, já que fui um dos vereadores mais bem votados daqui [de Goiânia]. Mesmo diante todas as abstenções devido a pandemia”, disse, e não mentiu. Nas eleições de 2020, Sargento Novandir foi o segundo candidato a vereador a obter mais votos entre os eleitos. Com 7.247 votos, esteve atrás somente de Isaías Ribeiro, seu colega de partido que obteve mais de 9,3 mil.

Enquanto Novandir, que obteve uma das maiores quantidades de votos, pretende se lançar ao cargo de deputado, Thialu Guiotti (Avante) também se declara pré-candidato (por uma cadeira na Câmara dos Deputados), mas com uma estratégia diferente. Assim como quando foi eleito para vereador, busca a eleição de deputado federal e ajudar eleger outros quatro deputados estaduais de seu partido com uma menor quantidade de votos que seus demais concorrentes.

Em 2020, ao disputar uma vaga na Câmara Municipal de Goiânia, Guiotti só esteve na frente de Leo José (PTB), ocasião em que obteve 1.884 votos. Ao todo, ele explica que no ano passado, seu partido obteve cerca de 100 mil votos. No próximo ano, segundo ele, o Avante precisa de apenas 70 mil votos a mais – totalizando 170 mil – para eleger um deputado federal com baixa votação – que no caso, a intenção é que seja ele.

“As articulações para viabilizar a candidatura já estão a todo o vapor. Já temos hoje candidatos que já foram testados em urna nas eleições de 2018, temos oito nomes que ultrapassam de 15 a 20 mil votos. Esse grupo é o concilio do partido, então a partir desse momento, nós só aceitamos mais um candidato se for de consenso desse grupo. Nossa estratégia de campanha já está montada”, diz Guiotti.

Representante das pessoas com deficiência, da classe de advogados e empresarial, o vereador Willian Veloso (PL) está em seu primeiro mandato como vereador na capital goiana, mas não esconde que seu desejo – e do partido – de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás. “Esse também é o anseio do segmento maior que representamos aqui em Goiânia e em Goiás, que é o das pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos que não têm um parlamentar a nível estadual que de representatividade a esse segmento”, pontua.

Para que isso se torne viável, ele afirma que o trabalho é contínuo e ultrapassa as barreiras goianienses, de forma que o apoio no interior do estado também se mostra fundamental para a construção de um nome a nível estadual. Já Sabrina Garcêz (PSD), em seu segundo mandato, vislumbra o cargo de deputada federal e tem como seu mentor e conselheiro o senador Vanderlan Cardoso (PSD), uma vez que este é um cenário no qual “peças nacionais interferem diretamente” nos locais.

De forma geral, a pessedista que foi a quarta candidata mais bem votada para vereadora em 2020, com 5.891 votos, pretende contar principalmente com sua rede de apoio e com as redes sociais para consolidar sua pré-campanha. Segundo ela, todo esse movimento vem sendo levado “com muita responsabilidade”.

Da esquerda para direita, os vereadores Leandro Sena (Republicanos), Lucíula do Recanto (PSD), Ronilson Reis (PODE) e Pedro Azulão Jr. (PSB) | Fotos; Reprodução

Também em busca de uma cadeira na Câmara dos Deputados, em Brasília, Leandro Sena (Republicanos) explica que o principal objetivo atual é o fortalecimento de uma chapa competitiva do partido, com o deputado federal João Campos para o Senado, e outros três candidatos a deputados federais – incluindo ele.

Suplente de Anderson Sales Bokão (DEM) por 34 dias, quando o democrata ficou afastado para tratar uma lesão em seu joelho, Tião Peixoto (DEM) deseja se lançar ao Senado. Segundo ele, a busca por apoio está ativa e o Pros e o Republicanos já demonstraram apoio a sua pré-candidatura. “O Brasil precisa de senador com novas ideias e Goiás precisa de um representante para ajudar o Jorge Kajuru (Podemos) e, por isso, eu lancei meu nome a pré-candidato a senador da República”, explicou.

Terceira vereadora mais bem votada da legislatura, com 5.982 votos em 2020, Lucíula do Recanto (PSD) também tem pretensão de sair como candidata à deputada. Se a candidatura será estadual ou federal, ela diz ainda não saber e que essa decisão depende mais de seu próprio partido e de sua base de apoio, que são representantes da proteção animal. A parlamentar, no entanto, se mantém otimista com as perspectivas futuras.

“Conversando com a proteção animal e vendo o resultado do bom trabalho que eu venho desempenhando aqui dentro e fora da Câmara, com minha bandeira da causa animal, percebo que tenho grandes chances”, opina. Para que essa candidatura se torne possível, ela afirma que a articulação com o PSD se mantém em movimento e de forma transparente.

Quem também se declara pré-candidato a deputado estadual em 2022 é Ronilson Reis (PODE). Para ele, sua contribuição a Goiânia e a Goiás será ainda maior caso sua atuação passe a ocorrer em nível estadual. Assim, sua pré-campanha já vem sendo trabalhada com a busca de apoio político e do segmento evangélico – que o vereador representa. Assim como Lucíula, Ronilson se mantém otimista. “Estamos sendo bem aceitos com essa pré-candidatura, e acredito que vai dar certo”, disse.

No mesmo rumo, Pedro Azulão Jr (PSB) busca uma cadeira da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego). Em seu terceiro mandato como vereador em Goiânia, o parlamentar acredita que já contribuiu por muito tempo na Câmara Municipal, de modo a já visualizar a oportunidade de alçar um voo mais alto, para o cargo de deputado estadual. Sua estratégia de viabilização vem sendo o diálogo com lideranças e as constantes viagens à região metropolitana.

No entanto, ele não esconde: com o passar dos anos, a preparação de uma pré-candidatura teve grandes mudanças. “Fico comparando com cada eleição, e vai mudando o sistema de trabalho para conquistar as pessoas pra votar em você”, opina. Em meio a esse processo, seu principal argumento a ser utilizado no caminho ao pleito, que também enxerga ser a maior demanda de seu eleitorado, é a experiência no parlamento. “Vejo que com essas renovações que estão tendo a gente perde muito. Chegam os novos, eles não têm a coragem que precisa ter para tomar certas decisões nas horas difíceis que a população precisa”, afirmou.

Ainda que sua intenção seja permanecer no PSB, partido o qual é filiado há 15 anos, ele admite que o apoio tenha que ser recíproco. Assim, os diálogos com a Presidência estadual se mantém fortes. “Nós só precisamos que o partido também tenha chapa. Não tem como eu disputar uma eleição sozinho lá, e o partido também precisa de quem tem intenção de ser deputado”, acrescenta Pedro Azulão.

À disposição de seus partidos

Da esquerda para direita, os vereadores Juarez Lopes (PDT), Edgar Duarte (PMB), Cabo Senna (Patriota), Santana Gomes (PRTB) e Pastor Wilson (PMB) | Fotos: Reprodução

Além daqueles que, de pronto, já se declaram pré-candidatos por seus respectivos partidos, parcela dos vereadores se deixam a disposição da decisão do partido, fruto de movimentações políticas, e de seu próprio eleitorado para tomar qualquer decisão. No momento, ainda não há qualquer definição ou declaração de pré-candidatura por parte desses onze parlamentares.

Tanto Juarez Lopes (PDT) quanto Edgar Duarte (PMB) ainda analisam o cenário  e aguardam articulações do partido para tomar decisões e entender a possível viabilidade de uma candidatura. Ambos, no entanto, se colocam à disposição de suas respectivas siglas para embarcarem na disputa ao pleito, caso seja de interesse de ambos os grupos. Não diferente, Cabo Senna (Patriota) declara: “meu nome está pronto”.

Além de se manter confiante, o patriota não esconde o desejo de atuar na Assembleia Legislativa de Goiás. “Quero continuar trabalhando da mesma forma que trabalho na Câmara, lá na Assembleia Legislativa, dando apoio aos bombeiros e a polícia militar, que necessitam sim de um apoio por que estamos perdendo muito direitos”, declara.

Santana Gomes (PRTB) e Pastor Wilson (PMB) também se mostram prontos para a candidatura a deputado estadual e se colocam a disposição dos partidos, caso haja interesse das siglas. Ambos afirmam que suas pré-candidaturas irão depender das próprias chapas que vêm sendo montadas internamente, de suas bases e das articulações políticas estratégicas que vêm sendo definidas em prol do sucesso no pleito em 2022.

Da esquerda para direita, os vereadores Henrique Alves (MDB), Aava Santiago (PSDB), Gabriela Rodart (DC), Lucas Kitão (PSL) e Leo José (PTB) | Fotos: Reprodução

O emedebista Henrique Alves também não descarta seu projeto de disputar o cargo de deputado estadual, ainda que afirme que sua prioridade é “fazer um diferencial na Casa Legislativa”. A definição sobre o próximo ano, no entanto, será realizada juntamente ao MDB, “no momento correto”, ele afirma. Entre fatores que podem ser determinantes para essa decisão, ele cita própria organização estratégica interna da sigla e as alianças que o partido fizer em prol da caminhada em direção ao pleito em 2022.

Para viabilizar essa possibilidade que, segundo ele, ainda é incerta, ele afirma que têm rodado Goiânia e demais municípios da região metropolitana em busca de apoio de colegas partidários, como presidentes de diretórios, outros vereadores, prefeitos, entre outros. “Temos feito essa caminhada para entender o cenário e a conjuntura e colocar o nome a disposição”, diz.

Ambas em primeiro mandato, tanto Aava Santiago (PSDB), quanto Gabriela Rodart (DC) afirmam estar muito satisfeitas com seus respectivos mandatos e, apesar de não definirem para qual cargo desejam disputar, não escondem a possibilidade de estarem no pleito. A peessedebista relata que, dado ao crescimento de seu mandato, onde tem “conseguido dar providencias reais e soluções reais a problemas reais da população”, vêm recebendo diversas cantadas para que a possibilidade de disputa em 2022 se torne real. “Acredito que isso venha do fato de o mandato estar em uma crescente muito grande e de eu estar em sintonia com aquilo que meu eleitorado esperava de mim”, opina.

Rodart, por outro lado, acredita que só tomará uma decisão oficial no próximo ano. A explicação, segundo ela, é devido à correria e ao grande tumulto que é seu mandato. O que será definidor para a definição, segundo avaliação da vereadora, serão os resultados de seu mandato, a vontade popular de quem a elegeu e o próprio partido. “Se minha candidatura for fortalecer o grupo que iremos entrar, talvez possamos dar um passo mais alto”, afirma.

Já Lucas Kitão (PSL), apesar de não se declarar pré-candidato, por afirmar que o partido tem prioridades na frente de sua pré-candidatura, não esconde a vontade de disputar as eleições do próximo ano. O principal objetivo, segundo ele, é a definição da disputa do deputado Lucas Calil – se no próximo ano ele irá concorrer para reeleição na esfera estadual ou eleição na federal. Somente a partir disso é que poderá ser decidida a posição em que Kitão irá jogar, ele explica. No entanto, reforça: “quero estar em campo”.

Em uma situação semelhante à de Kitão, o vereador Leo José (PTB) explica que a prioridade inicial é a reeleição do deputado estadual Henrique Arantes. No entanto, ainda que diga estar focado na Câmara Municipal, se mostra à disposição da sigla para sua pré-candidatura a deputado federal. “Estou esperando formarmos uma chapa competitiva para ver em qual lado vamos estar nessa eleição do ano que vem”, revela.

Da esquerda para direita, os vereadores Mauro Rubem (PT), Anderson Sales Bokão (DEM) e o líder do governo na Câmara, Sandes Jr. (PP) | Fotos: Reprodução

Satisfeito com sua atuação, Mauro Rubem (PT) pretende permanecer com sua atuação como  vereador. Para ele, Goiânia tem uma grande necessidade de ter um projeto desenvolvido com o objetivo de “não expulsar os pobres e os trabalhadores”. No entanto, como seu objetivo declarado, para a Presidência da República, é a reeleição do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), ele revela que sua atuação no próximo ano será apenas uma pequena parte de um projeto nacional do partido em prol dessa meta.

A articulação com o Partido dos Trabalhadores, portanto, pela montagem de uma boa chapa de deputados estaduais e federais, é prioridade. Assim, seu nome está a disposição ao que a sigla melhor entender ser estratégico para o objetivo final: o fortalecimento de sua bancada e a eleição de Lula.

Em situação diferenciada, Anderson Sales Bokão (DEM) e, especialmente, o líder do governo, Sandes Jr. (PP), afirmam que o cenário precisa ser avaliado de forma racional, com pesquisas e levantamentos que visualizam a viabilidade de uma candidatura.

Bokão diz que uma prévia vem sendo realizada em sua região e que o resultado vêm sendo positivo, de modo a colocar seu nome a disposição do partido em prol de um assento na Assembleia Legislativa de Goiás. Ele explica que esse estudo vem sendo realizado para que a população escolha quem irá disputar por representá-las pelos próximos quatro anos a nível estadual.

Já o líder do governo, ainda mais cauteloso, diz que sua candidatura depende única e exclusivamente da segurança de ter ou não votos. A intenção, segundo ele, é que ano que vem seja realizada uma pesquisa que irá mostrar se haverá condições de pleitear algum cargo e, se sim, qual – entre deputado federal e estadual.

“A pesquisa eleitoral que vai decidir. Eu sou muito técnico nessa parte e tenho muito mais acertado do que errado, sempre indo pelas pesquisas”, esclarece. Para isso, no entanto, o vereador não pretende permanecer no Partido Progressista, de modo que articulação com o Patriota e com o Republicanos já vêm acontecendo nos bastidores.

Nem ‘sim’, nem ‘não’

Entre os 35 parlamentares, outra categoria apurada é a dos deputados que não demonstraram possibilidades reais de candidatura e nem descartaram o lançamento ao pleito no próximo ano. As justificativas foram diversas: uns acreditam que está cedo demais para pensar ou discutir o assunto, outros dependem de articulações e definições partidárias para dar realizar qualquer movimento – ainda que seja o de permanecer parado.

Da esquerda para direita, os vereadores Anselmo Pereira (MDB), Izídio Alves (MDB), Geverson Abel (Avante) e Dr. Gian (MDB) | Fotos: Reprodução

Carinhosamente chamado pelos colegas de o ‘rei da Câmara’, Anselmo Pereira (MDB), que já atua há dez mandatos na Câmara Municipal de Goiânia, o emedebista diz que como parlamentar tradicionalista, só toma – ou revela – suas decisões sobre o pleito no próprio ano eleitoral. A explicação, segundo ele, é que antes de decidir sobre qualquer passo, todo o cenário e todas as regras precisam ser previamente compreendidas e analisadas. “Nós que estamos na vida pública sempre temos anseios. Há grandes possibilidades de alçar novos voos, mas eu sou muito pé no chão”, reforça.

De forma mais direta, mas na mesma linha, Izídio Alves afirma que não revela suas decisões e nem discute possibilidades de candidatura fora do período eleitoral. “Pré [candidatura] eu não discuto”, diz. Geverson Abel (Avante), por outro lado, afirma que após sair da Presidência metropolitana do Avante, se desligou das questões partidárias, de modo não saber como está atualmente funcionando a montagem das chapas ou as articulações do partido de forma geral.

Apesar de afirmar ter sido eleito para “cuidar de Goiânia”, ele diz que se por acaso houver perspectiva de crescimento do eleitorado e de se lançar candidato a deputado estadual, assim o fará. Por hora, no entanto, não há qualquer possibilidade ou viabilidade para tal. Já o emedebista Dr. Gian, ainda que tenha sido questionado pelo Jornal Opção, não pôde dar qualquer sinalização acerca do próximo pleito, a depender de decisões partidárias para tal.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.