Irajá assume presidência da Frente Parlamentar da Juventude no Senado

Na vice ficou o filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)

Senador Irajá Abreu (PSD) assume presidência da Frente Parlamentar da Juventude | Foto: Ascom/Senado

Senador mais jovem da história do País, Irajá Abreu (PSD) foi eleito na quinta-feira, 12, presidente da Frente Parlamentar da Juventude. O vice-presidente eleito é o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), participou da instalação do bloco no Congresso, que recebeu a adesão de mais de cem deputados e senadores.

“Quero agradecer a Deus pela oportunidade de estar aqui hoje. Fiquei muito lisonjeado com a indicação para conduzir esta frente tão importante no Senado Federal. Nosso principal desafio será reduzir o desemprego entre os jovens brasileiros, já que são eles os que mais sentem na pele os impactos da crise econômica. Por isso, essa frente vai se dedicar de forma especial na elaboração de políticas públicas voltadas ao incentivo da geração de empregos para nossa juventude”, ponderou Irajá.

Durante a instalação da frente parlamentar, Irajá apresentou um projeto de lei que cria um regime especial de contratação para ajudar jovens que estão em busca do primeiro registro na carteira de trabalho. Entre os vários benefícios oferecidos para quem contratar está a redução do INSS patronal de 20% para até 1%, dependendo do porte empresarial.

Para ser contratado por esse regime, o jovem precisa estar matriculado em curso superior ou educação profissional e tecnológica. O contrato terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por mais um ano. O projeto também reduz a alíquota do FGTS de 8% para 1% quando o empregador for microempreendedor individual, microempresa ou empresa de pequeno porte e para 2% quando o empregador for pessoa jurídica tributada com base no lucro real ou presumido.

Outra vantagem para o empregador que assinar a carteira de um jovem pela primeira vez é que, nos casos de rescisão antecipada, não será devido aviso prévio, seguro desemprego e nem a indenização de FGTS prevista na lei 8.036/90.

“Os jovens brasileiros estão sendo os mais afetados pela deterioração do mercado de trabalho. No segundo trimestre deste ano, 41,8% da população de 18 a 24 anos fazia parte do grupo dos subutilizados, ou seja, estavam desempregados, desistiram de procurar emprego ou tinham disponibilidade para trabalhar por mais horas na semana”, afirmou o senador.

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