Governo do Tocantins investe em medicamentos de alto custo

Secretário de Saúde do Tocantins, Renato Jaime | Foto: Reprodução

Por intermédio da Secretaria de Estado da Saúde, o Governo do Tocantins continua investindo em medicamentos e insumos para atender aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) no Tocantins.

A compra de medicamentos de alto custo entre os meses de janeiro e setembro custou R$ 1.376.204,66 aos cofres públicos. No último mês de setembro, mais de R$ 300 mil foram destinados apenas à aquisição do medicamento somatropina, hormônio de alto custo distribuído pela Assistência Farmacêutica Estadual.

“Muitos pacientes no Estado dependem da somatropina, conhecido como o hormônio do crescimento, que é um medicamento de alto custo, por exemplo. Nós sabemos e acompanhamos esta necessidade, por isso não temos medido esforços para que este remédio não venha a faltar na Assistência Farmacêutica como os demais medicamentos para transplantados e outras patologias”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Renato Jaime.

No Tocantins, a distribuição de medicamentos de alto custo é realizada pela Diretoria de Assistência Farmacêutica, no Componente Especializado (CEAF). O processo de solicitação dos medicamentos que constam no elenco estadual é feito pelo paciente ou pelo seu responsável nos Núcleos Regionais de Assistência Farmacêutica de Palmas, Araguaína, Porto Nacional e Gurupi.

“O primeiro passo será levar o receituário do medicamento prescrito até uma das unidades da assistência. Ao apresentar o receituário, o paciente será orientado quanto à documentação e aos exames que serão necessários para que ele possa receber o medicamento”, explica a diretora de Assistência Farmacêutica, Yara Coelho.

Os medicamentos que constituem as linhas de cuidado para as doenças contempladas no componente de alto custo estão divididos em três grupos com características, responsabilidades e formas de organização distintas. O Grupo 1 é aquele cujo financiamento está sob a responsabilidade exclusiva da União. O Grupo 2 é constituído por medicamentos, cuja responsabilidade pelo financiamento é da Secretaria de Estado da Saúde, e o Grupo 3 é constituído por medicamentos cuja responsabilidade é tripartite, sendo a aquisição e dispensação de responsabilidade dos municípios.

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