“Empréstimo de R$ 600 milhões que o governo pleiteia é para o desenvolvimento do Estado”

Líder da bancada do PMDB na Assembleia enumera obras a serem executadas com recurso a ser autorizado pelo Legislativo

Foto: Assembleia do Tocantins

O deputado peemedebista Valdemar Júnior refuta a tese de que seu partido seja uma casa dividida. “O PMDB é um partido plural e tem várias correntes e pensamentos, mas visa, primordialmente, o que é melhor para a política do Tocantins. Nos piores momentos, conseguimos nos reunir, debater e caminhar num rumo único em benefício da comunidade”, afirma.

Na entrevista ao Jornal Opção, Valdemar lembra que “está” deputado, no entanto, sua profissão “é” comunicador. Ele expôs suas impressões acerca do cenário político tocantinense e, também, nacional, uma vez que seu partido está no comando do país, bem como enfatizou seu compromisso com o povo do Tocantins, além de ressaltar seus projetos políticos para o ano vindouro.

Nascido em Porto Nacional (TO), onde iniciou sua carreira como radialista, é graduado em Direito e atuou como repórter e apresentador nas principais emissoras de televisão de Goiás e do Tocantins. Foi secretário de Comunicação do Estado e superintendente da RedeSat. Em 2008, elegeu-se vereador pela capital, com a maior votação da história de Palmas, e foi reeleito em 2012. Em 2014, foi eleito deputado estadual, pelo PSD, com 13.607 votos. Na última janela de transferências, autorizada pela Legislação Eleitoral, migrou para o PMDB.

No que concerne à liderança do bloco partidário na Assembleia Legislativa, qual a sua percepção acerca de uma função importante, e por muitas vezes, tão complicada de exercer em momentos de crise?
A líder do governo no parlamento estadual é a deputada Valderez Castelo Branco, do PP. Tive a honra de receber a indicação para ser o líder do bloco do PMDB nesta Casa Legislativa, afinal sou um deputado de primeiro mandato. Além disso, também fui escolhido para ser o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, talvez a mais importante dentre todas as outras. Tudo isso são honrarias das quais me orgulhei, entretanto, tais funções me trazem mais responsabilidades.

Todos os partidos têm enfrentado problemas e dificuldades no Brasil e no Tocantins não é diferente, todavia, é necessário frisar sempre que os partidos são sempre maiores que as pessoas.
Neste caso específico da liderança do bloco partidário, além de conversar, debater e convergir com os colegas de partido, é necessário também auxiliar a líder do governo, deputada Valderez, acerca das perspectivas e intenções do governador nessa Casa.

No que tange, por exemplo, ao debate acerca do empréstimo de R$ 600 milhões para o qual o chefe do Poder Executivo requereu autorização legislativa para contratar, considero que são obras de crucial importância para o desenvolvimento do Estado. Estão inclusas obras como o terceiro pavimento do Hospital Geral Público de Palmas (HGPP), referência para toda essa região. As reformas dos Hospitais Regionais de Araguaína e de Gurupi. A pavimentação da Rodovia que liga Gurupi ao Trevo da Praia e, também, daquela entre Lagoa do Tocantins e Mateiros. A construção do campus da Unitins em Augustinópolis, um sonho antigo daquela comunidade. A construção do anexo da Assembleia Legislativa. Recuperação de outras estradas, contrapartida para a construção na nova ponte de Porto Nacional, entre outros.

Todas essas obras estruturantes e necessárias ao desenvolvimento do Estado estão inclusas neste empréstimo. Vejo que os deputados têm tido esse cuidado, ou seja, avaliando tais questões com lupa e raio x, no que concerne à aplicação desses recursos, e eu não acho que eles estão errados, afinal é dever deles fiscalizar. Eu, como líder do PMDB, o partido do governador, tenho tentado explicar os pormenores dos investimentos, mas a minha gestão é no sentido de que a matéria seja – pelo menos – lida em plenário, afim de que seja colocada em discussão e debatida pelos parlamentares. Por tal razão, sequer entrou no rito ordinário para ser distribuída às comissões. Não estou exigindo que a matéria seja votada a “toque de caixa”, longe disso. Eu quero que ela (a matéria) seja discutida nas comissões, pelos 24 parlamentares.

Regimentalmente, não é possível obrigar o presidente da Casa a levar o projeto a plenário, lê-lo e iniciar as discussões?
Na verdade, há entendimentos dúbios em nosso Regimento. Ele é falho nesse sentido. Contudo, se analisarmos ao pé da letra, o prazo do presidente já venceu, uma vez que de acordo com o art. 180, o prazo para colocar em pauta as matérias de urgência é de 45 dias, na medida em que o pedido chegou à Assembleia ainda em dezembro de 2016 e isso poderia, inclusive, trancar a pauta.

Entretanto, não é minha intenção invocar o Regimento, nem mesmo fazer uso de remédios jurídicos, como a interposição de um mandado de segurança, por exemplo, pois aqui é o parlamento e nossa obrigação é discutir, de forma civilizada e institucional, e chegarmos a um consenso.

Ainda sobre o PMDB, o burburinho é que no partido há uma espécie de “balaio de gatos”, onde há muitas divergências e dificilmente há consenso. Na última reunião da executiva estadual todos os membros indicados pela senadora Kátia Abreu foram alijados do comando do partido. Como o sr. viu tal posicionamento dos filiados com direito a voto?
O PMDB é um partido plural e tem várias correntes e pensamentos, mas visa, primordialmente, o que é melhor para a política do Estado do Tocantins. Para quem está de fora, resta a impressão de que se trata de um partido confuso, várias facções, cheio de caciques e que quase nunca converge, mas a realidade interna não é esta. Nos piores momentos, conseguimos nos reunir, debater e caminhar num rumo único em benefício da comunidade.

Faz parte da natureza de um partido grande, as divergências. Sempre haverá descontentes ou grupos que se sintam mais ou menos prestigiados que outros. Na eleição do Marcelo Miranda, por exemplo, o grupo dele estava desconfortável dentro da sigla, e houve até intervenção da executiva nacional. Nesse momento, outro grupo está se sentindo desprestigiado porque tem uma participação menor, mas isso sempre vai existir. Agora, o que deve prevalecer sempre é a democracia, e nessa última reunião, a escolha dos membros foi por voto, e neste caso não há o que se discutir, uma vez que foi a vontade da maioria. Além disso tudo, a prudência indicava que o melhor para o PMDB, nesse momento, era manter o presidente Derval de Paiva, um homem que possui características intrínsecas como a experiência, coesão, caráter e personalidade formada de um grande líder.

Na última semana, uma das grandes líderes do PMDB, a deputada federal Josi Nunes, praticamente rompeu uma aliança com o prefeito Laurez Moreira, que a princípio parecia duradoura, já que é a mãe dela é vice-prefeita da cidade. Como o sr. avaliou a postura da parlamentar?
Não tenho conhecimento da relação pessoal da deputada com o prefeito. O que eu sei é que a parceria política entre eles foi um sucesso. Contudo, mesmo não conhecendo profundamente os acontecimentos, lhe digo: para que a deputada chegasse ao extremo, como ocorreu, posso garantir que algo muito grave aconteceu. Ela é uma pessoa muito prudente, sensata, muito comedida, muito respeitosa e de uma humildade inimaginável. Não faz parte da índole dela um rompante daquela natureza – tanto é que ela pediu desculpas publicamente – e por isso, não resta quaisquer dúvidas: algo gravíssimo aconteceu para abalar essa relação e ser externada de forma pública.

O sr. ainda tem pouco mais de um ano e meio de mandato e logicamente é pré-candidato natural à reeleição. Quais são suas perspectivas para aquele pleito? Quais foram os avanços que considera pessoalmente como relevantes nesta legislatura?
Agradeço muito ao povo do Tocantins a oportunidade que me proporcionou em representá-los nesta Casa de Leis, na condição de deputado estadual. Logo após as eleições de 2014 e até os dias atuais, não deixei de percorrer as bases eleitorais, visitar os municípios e as lideranças de cada um deles. Ouço as demandas e as trago para o gabinete, onde tento, junto ao governo do Estado, resolvê-las ou, pelo menos, encaminhá-las para resolução.

Temos conseguido vários avanços, levando benefícios para as regiões as quais represento, como recuperação de estradas no Sudeste, instalação de novos campi da Unitins – como em Formoso do Araguaia e Taguatinga, por exemplo –, obras para região central, partilhando emendas parlamentares para muitos municípios, numa parceria muito boa com os prefeitos e isso tem sido muito gratificante.

Evidentemente que, desde o início do mandato, venho lutando por obras que requerem um aporte maior de recursos financeiros, como a construção da nova ponte em Porto Nacional e duplicação das rodovias que ligam aquela cidade à capital, como também o trecho que liga Palmas a Paraíso. Luto para que essas obras sejam contempladas nesse empréstimo de R$ 600 milhões ou em empréstimos futuros. São esforços contínuos, pois considero de crucial importância a duplicação dessas vias, vez que representam as saídas para o Sudeste, tanto para Brasília como para o Estado da Bahia, como também, para a BR-153, que interliga o Brasil de Norte a Sul.

O nosso trabalho junto às bases é contínuo. É necessário lutar por essas e por outras demandas que nos são apresentadas, como a ponte sobre o Rio Apinajé, que liga os municípios de Santa Rosa e São Valério, que é importantíssima para o desenvolvimento daquela região, no que concerne principalmente ao escoamento da safra, evitando uma volta de aproximadamente 200 km.

Esse é o nosso trabalho: estar sintonizado aos anseios da população do Tocantins e atender, durante todo o tempo, as demandas das comunidades. A candidatura à reeleição é natural, mas o futuro a Deus pertence. Ele é que vai guiar nossos caminhos. Vamos continuar trabalhando. O povo é que vai julgar, no próximo pleito, os candidatos à reeleição que trabalharam ou não e serão melhores para representá-los no parlamento.

“Joaquim Maia se comprometeu com o distrito de Luzimangues”

O seu partido assumiu a presidência do Brasil, após o impeachment de Dilma Rousseff. Qual sua avaliação da gestão do presidente Michel Temer, a despeito das últimas denúncias de envolvimento em corrupção, delatada há poucos dias pelos executivos da JBS?
Penso que o País enfrenta, hoje, a maior crise da sua história desde a redemocratização, ocorrida em 1985. O impeachment causou feridas incuráveis em uma parcela da classe política e, também, da população brasileira, que culmina num denuncismo e revanchismo exagerados.

Entendo que as instituições do País precisam estar mais prudentes do que nunca, de forma a se fortalecerem. Após a divulgação das denúncias que envolveram o presidente Temer, fui questionado pela imprensa sobre o meu posicionamento, e eu disse que para avaliar tais condutas, eu precisava saber primeiro se havia procedência. Não posso falar de cátedra, pois eu não estava lá, não participei da conversa. Tudo o que eu sei é o que todos os brasileiros sabem, via imprensa. Contudo, minha percepção é que havia ali um nível de maldade, de tentar envolver a maior autoridade política do país numa conversa capciosa. Pareceu-me uma tentativa clara de mostrar a quem fosse ouvir a gravação de que o presidente estava sendo conivente com uma situação que estava sendo exposta a ele, naquele momento. Dentro do que foi exposto, percebe-se que Temer esteve monossilábico, mais na condição de ouvinte do que na condição de debate com seu interlocutor.

Confio na capacidade administrativa de Temer, na habilidade política de congregar pensamentos diferentes, enquanto deputado federal e presidente da Câmara que ele foi, bem como agora, na condição de presidente da República.

Evidente que tudo precisa ser apurado, mas é imperioso analisar melhor a veracidade e o conteúdo da referida conversa. Caso haja provas da culpabilidade dele, abalará o partido? Sem dúvidas. Uma sanção judicial afeta todos que estão envolvidos no processo. Todavia, repito: o PMDB é maior que as pessoas que estão nele. A sigla sempre lutou pela democracia contra oligarquias e ditaduras, e sempre ao lado do povo.

Esquecendo o político Valdemar Junior, voltando para sua essência, sabe-se que suas paixões são a família, a comunicação e a aviação. Considerando a correria da vida de deputado, como o sr. concilia tudo isso?
A família é inerente a um homem de bem. Entretanto, profissionalmente, minhas três paixões são a política, a comunicação e a aviação. Comecei como comunicador ainda com 14 anos, quando passei num teste de rádio, exatamente porque não pude comparecer em Brasília – face ter sido acometido por um sarampo – para fazer a prova dos cadetes da aeronáutica. Residia em Porto Nacional ao lado da casa do comandante Vicentão, pai do hoje senador Vicentinho, também aviador. Realizei o sonho de me tornar piloto há pouco tempo, depois que me tornei deputado. Tenho essa paixão por aviação, mas é apenas um hobby, nada profissional. Confesso: eu não poderia deixar esse plano terrestre, sem conseguir segurar no manche do avião para tirá-lo do solo e pousar novamente. É uma das satisfações e alegrias que tenho na vida: voar. Me traz paz, tranquilidade. É um indescritível descanso mental para mim.

Quanto a comunicação, penso que jamais vou largar. Mesmo detentor de mandato eletivo, mantenho o programa diário de 2 horas na Rádio Jovem Palmas FM, que é transmitido simultaneamente, em cadeia, por outras quatro emissoras no Estado: a Rádio Sucesso em Tocantinópolis e três rádios comunitárias, de Santa Maria, de Pedro Afonso e de Natividade.

O rádio é impressionante, muito interativo. Faz com que as pessoas tenham uma receptividade e um carinho muito grande. As pessoas quando me abordam, eleitores ou não, me tratam como alguém da família, que goza de intimidade, porque entro na cozinha ou sala da casa delas, todos os dias, através das ondas do rádio. O programa é extremamente popular, a linguagem utilizada é simples, todos entendem. Sou agradecido por ter essa oportunidade de conversar com todas as camadas sociais e intelectuais.

Pelo fato de o sr. ter fortes raízes em Porto Nacional e Luzimangues, é evidente a sua preocupação – enquanto deputado estadual – com as duas localidades. Considerando que o sr. foi, talvez, o maior cabo eleitoral do prefeito eleito daquela cidade, Joaquim Maia, como vê o desenvolvimento da cidade e seu distrito mais famoso, que mais parece uma cidade pronta?
Sem dúvidas, fui praticamente criado na região do Luzimangues, Canela, Fazenda Mato Seco, onde vivenciei a minha infância. Tenho um elo profundo com aquela região. Um dos compromissos que o prefeito Joaquim Maia fez comigo e com outros apoiadores, foi fazer algo diferente para aquela região e devolver em benefícios, o que a população recolhe em impostos para os cofres públicos municipais. Esse zelo e carinho dele com o distrito me conforta e me alegra, pois resta claro que ele está cumprindo os compromissos de campanha, pactuados naquela mesa de negociação, quando resolvemos apoiá-lo.

Nenhum outro prefeito se propôs, como ele fez, a dar expediente, uma ou duas vezes por semana, naquele distrito, ouvindo e atendendo as demandas locais. Como ele disse recentemente, está administrando praticamente dois municípios no mesmo mandato.

É necessário reconhecer que Luzimangues tem uma realidade e aspirações muito diferentes da sua sede, Porto Nacional, que é uma cidade centenária basicamente estruturada em todos os seus serviços. O distrito é jovem, e como tal, é efervescente e ainda anseia por muitos benefícios para sua população, como preenchimento dos vazios urbanos existentes, uma Unidade Básica de Saúde mais completa, transporte coletivo, presença de um comando da Polícia Militar de modo a reforçar a segurança, enfim, um espaço territorial muito grande e que precisa de uma gestão comprometida com aquele povo.

Não tenho dúvidas que o distrito de Luzimangues se tornará, dentro de alguns anos, uma bela cidade, que abrigará um contingente populacional enorme (são 30 mil lotes vendidos), podendo atingir a marca de segunda maior cidade do Estado do Tocantins, vez que tem potencial para isso. A significância econômica também deve ser considerada neste contexto, na medida em que a proximidade com a plataforma multimodal da Ferrovia Norte-Sul proporcionará essa grandiosidade.

O sr. crê que essa emancipação ocorrerá?
Sim, perfeitamente, será inevitável. O que é preciso, neste momento, são gestores comprometidos, igual o Joaquim Maia, que lhe ampara e empreende esforços que resultam em obras infraestruturais, de forma tal que, no momento do corte deste “cordão umbilical” com a “cidade-mãe”, Porto Nacional, Lu­zimangues esteja pronto para caminhar sozinho.

Tenho em mente que devemos estruturar e preparar aquela região para o futuro, porque as possibilidades ali são imensas.

Seus votos estão concentrados basicamente neste trio: Luizmangues, Palmas e Porto Nacional?
Por um certo tempo, talvez foram os dois maiores colégios eleitorais, que permitem, por que não dizer?, uma arrancada a qualquer projeto político. Iniciei minha vida política na capital e assumi dois mandatos de vereador, dos quais muito me orgulho e agradeço à população a oportunidade. Já Porto Nacional e Luzimangues, como já foi dito, é o berço, onde meus pais residem até hoje, assim como parentes e amigos de infância e adolescência. Tenho orgulho de dizer que sou portuense.

Contudo, nas eleições de 2014, estendi essa busca por votos pelo Sudeste do Estado do Tocantins, justamente por essa ligação de irmandade que aquelas cidades têm com Porto Nacional, há muitas décadas, vez que ela era o polo da região, a porta de entrada da margem direita do Rio Tocantins. Trabalhei também na região central e por fim, fizemos campanha em 35 municípios.

Com o exercício do mandato, esse braço logicamente se estende para outras cidades, inclusive no Nordeste do Estado, como Campos Lindos, por exemplo, e até mesmo à região do denominado Bico do Papagaio. Gente das mais diversas regiões tem procurado meu gabinete para expor e ver suas aspirações e demandas resolvidas. Tenho “corrido atrás” e isso, logicamente, angaria novos adeptos e simpatizantes. Por consequência, o nível de responsabilidade com aquelas comunidades e municípios, logicamente, também aumenta. Estou sempre pronto para os desafios.

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