Após 40 anos de espera, duplicação da GO-330 muda a realidade do Sudeste de Goiás
06 junho 2026 às 21h00

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Depois de mais de quatro décadas de reivindicações, a duplicação da GO-330, entre Catalão e Ipameri, finalmente começou a sair do papel. Considerada uma das mais importantes obras de infraestrutura do Sudeste goiano, a intervenção é apontada pelo Governo de Goiás, lideranças políticas e representantes do setor produtivo como fundamental para ampliar a segurança viária, melhorar a logística regional e impulsionar o desenvolvimento econômico de uma das regiões mais dinâmicas do Estado.
Com investimento inicial superior a R$ 120 milhões e previsão de execução em etapas, o projeto integra um plano mais amplo de fortalecimento da malha rodoviária goiana. A expectativa é que a duplicação beneficie diretamente municípios produtores de grãos, leite, carnes e minérios, reduzindo custos de transporte, aumentando a capacidade de escoamento da produção e criando um ambiente mais favorável para novos investimentos e geração de empregos.
Além da GO-330, o Estado já planeja avançar na duplicação da GO-020, formando, nos próximos anos, um corredor rodoviário totalmente duplicado entre Goiânia e Catalão. A proposta é transformar a ligação entre o Sudeste goiano e a capital em um dos principais eixos logísticos de Goiás, reforçando a competitividade regional e atendendo uma demanda histórica de produtores rurais, empresários e moradores que dependem diariamente dessas rodovias.

Obra aguardada por mais de 40 anos
Durante o anúncio oficial do início das obras, o governador Daniel Vilela (MDB) destacou a relevância do investimento para o desenvolvimento do Estado e para a integração econômica do Sudeste goiano.
“Estamos dando início a uma obra aguardada há décadas pela população da região. Trata-se de um investimento estratégico que vai garantir mais segurança aos motoristas, melhorar a logística e fortalecer a economia goiana”, afirmou o governador.
A expectativa do governo é que a duplicação reduza acidentes, diminua o tempo de deslocamento e amplie a capacidade de transporte de cargas entre Catalão, Ipameri e os demais municípios conectados ao corredor rodoviário.
Além da importância econômica, a intervenção também deve gerar empregos diretos e indiretos durante a execução das obras, movimentando diversos setores ligados à construção civil e aos serviços de apoio.
De acordo com a Goinfra, a duplicação terá corredor logístico até Goiânia
A duplicação da GO-330, entre Catalão e Ipameri, é considerada uma das principais obras de infraestrutura em andamento no Sudeste goiano. A intervenção é coordenada pela Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) e atende a uma demanda histórica da região.
A rodovia desempenha papel fundamental para o escoamento da produção agropecuária e mineral. A região de Catalão e Ipameri se destaca pela produção de soja, milho e sorgo, além da pecuária de corte e leite e da atividade mineradora. Por isso, a GO-330 é considerada um corredor estratégico para o transporte de mercadorias e de insumos destinados às atividades produtivas.
De acordo com a Goinfra, a duplicação deverá ampliar a capacidade de circulação de cargas, reduzir custos com frete, organizar o fluxo de veículos e aumentar a segurança viária. A expectativa é de diminuição do número de acidentes graves, redução do tempo de deslocamento e fortalecimento da competitividade econômica da região, favorecendo a atração de investimentos e a geração de empregos.
A obra também faz parte da implantação de um corredor de desenvolvimento que futuramente deverá se estender até Goiânia, consolidando uma importante rota logística de ligação entre Goiás e a região Sudeste do país, por meio de Minas Gerais e São Paulo.

Obra será executada em três etapas
O projeto, como informa a Goinfra, contempla cerca de 52 quilômetros de extensão, entre o fim do perímetro urbano de Catalão e o entroncamento com a GO-213, em Ipameri. A execução foi dividida em três etapas para acelerar a implantação.
O primeiro trecho compreende o segmento entre o Posto Policial de Catalão e o entroncamento com a GO-305, no trevo para Goiandira. O segundo trecho segue até a Ponte Veríssimo e já está em processo de licitação no modelo de contratação integrada, que reúne elaboração do projeto executivo e execução das obras. Já a terceira etapa abrangerá o percurso entre a Ponte Veríssimo até o Anel Viário de Ipameri.
Segundo a Goinfra, o planejamento prevê a execução contínua dos três segmentos, de forma que a contratação de uma etapa ocorra antes da conclusão da anterior, evitando interrupções no andamento da duplicação.
Investimentos superam R$ 298 milhões nas duas primeiras etapas
Os investimentos no primeiro trecho superam R$ 123 milhões. Para o segundo segmento, atualmente em licitação, a previsão orçamentária é de aproximadamente R$ 175 milhões. O terceiro trecho ainda está em fase de planejamento, com elaboração dos estudos e levantamento dos custos necessários para a futura licitação.
O projeto de engenharia que originou a duplicação foi elaborado com recursos do Tesouro Estadual, complementados por duodécimos estaduais.

Impactos econômicos e regionais
Estudo de Impacto Socioeconômico produzido pela Goinfra aponta que a obra beneficiará diretamente municípios como Catalão, Ipameri, Goiandira, Campo Alegre de Goiás, Nova Aurora, Cumari e Ouvidor. Os efeitos positivos também deverão alcançar cidades próximas, entre elas Urutaí, Pires do Rio, Orizona e Caldas Novas.
Além dos ganhos em segurança e mobilidade, a duplicação deverá ampliar a conectividade regional, aumentar a eficiência logística e criar um ambiente mais favorável ao desenvolvimento econômico do Sudeste goiano. Os estudos técnicos indicam que a nova infraestrutura contribuirá para a reorganização econômica e social da região, estimulando a instalação de novos negócios e a expansão da oferta de serviços.
Geração de empregos e redução de custos
Também são esperados impactos positivos na geração de empregos diretos e indiretos durante a execução das obras e após a conclusão dos trabalhos, especialmente nos setores de hospedagem, alimentação e prestação de serviços.
A melhoria da capacidade viária deverá reduzir custos operacionais, diminuir o tempo de transporte e aumentar a eficiência das atividades produtivas. A estimativa é que pelo menos 2.925 propriedades rurais sejam beneficiadas diretamente pela duplicação da GO-330.
Jamil Calife liderou articulações
Entre os principais defensores da duplicação da GO-330 está o deputado estadual Jamil Calife (PP), que transformou a pauta em uma das principais bandeiras de seu mandato.
Segundo o parlamentar, a obra corrige uma deficiência histórica na infraestrutura estadual e cria condições para que o Sudeste goiano continue crescendo.

“Corrigindo uma injustiça de logística de Goiás, com dois anos e meio de mandato, nós conseguimos fazer essa obra de maior importância para o nosso Estado. Eu me sinto com o dever cumprido”, declarou o deputado ao anunciar o início dos trabalhos.
Em outra ocasião, Calife destacou que a duplicação representa um investimento diretamente ligado ao desenvolvimento econômico e à geração de oportunidades para a população.
“O que era sonho agora é realidade. Essa não é apenas uma obra de infraestrutura, mas um avanço concreto para a segurança, mobilidade e desenvolvimento da nossa região”, afirmou.
A atuação do parlamentar incluiu a defesa da obra junto à Goinfra, a apresentação de propostas no planejamento estadual e o acompanhamento dos projetos técnicos necessários para viabilizar a execução da duplicação.
Nova etapa já foi licitada
Enquanto o primeiro trecho avança para a fase de execução, o Governo de Goiás já lançou o edital referente à segunda etapa da duplicação da GO-330.
O novo lote contempla aproximadamente 18,6 quilômetros entre o trevo da GO-305 e a ponte sobre o Rio Veríssimo. O investimento previsto supera R$ 175 milhões e permitirá a continuidade das obras em direção a Ipameri. A estratégia do governo é executar o projeto por etapas para acelerar a entrega dos serviços e garantir maior eficiência na aplicação dos recursos públicos.
Com isso, a expectativa é que os próximos segmentos sejam contratados progressivamente até que toda a ligação entre Catalão e Ipameri esteja duplicada.
GO-020 surge como próximo desafio
Paralelamente ao avanço da GO-330, a duplicação da GO-020 passou a ocupar posição central nas discussões sobre infraestrutura rodoviária do Sudeste goiano.

A proposta é dar continuidade ao corredor viário a partir de Ipameri e Pires do Rio, seguindo por municípios como Palmelo, Santa Cruz de Goiás, Cristianópolis e Bela Vista de Goiás até alcançar os trechos já duplicados próximos à Região Metropolitana de Goiânia.
De acordo com Jamil Calife, o objetivo é construir um eixo rodoviário moderno e totalmente duplicado entre Catalão e Goiânia, fortalecendo a integração econômica regional e criando oportunidades de investimento.
Segundo projeção apresentada pelo parlamentar, tanto a GO-330 quanto a GO-020 poderão estar integralmente duplicadas em até quatro anos, desde que o cronograma de investimentos seja mantido.
O avanço desse planejamento ganhou novo impulso após a devolução de R$ 550 milhões pela Assembleia Legislativa (Alego) ao Tesouro Estadual. Parte dos recursos deverá ser destinada justamente à continuidade das duplicações rodoviárias, incluindo o trecho ainda não duplicado da GO-020, entre Bela Vista de Goiás e Catalão.
Corredor estratégico para Goiás
Quando concluídas, as duplicações da GO-330 e da GO-020 deverão formar um dos mais importantes corredores logísticos de Goiás.
A ligação entre Catalão e Goiânia é utilizada diariamente por milhares de motoristas e transportadores responsáveis pelo escoamento da produção agrícola, industrial e mineral do Sudeste goiano.
A melhoria da infraestrutura deverá aumentar a segurança, reduzir custos operacionais, ampliar a competitividade das empresas instaladas na região e estimular novos investimentos.

Para lideranças políticas e empresariais, o conjunto das obras representa uma transformação histórica na malha rodoviária estadual e uma oportunidade de consolidar o Sudeste goiano como uma das principais regiões de desenvolvimento do Centro-Oeste brasileiro.
Com as máquinas já em operação na GO-330 e o planejamento da GO-020 avançando nas esferas técnicas e políticas, a expectativa é que uma reivindicação defendida há décadas finalmente se transforme em realidade para milhares de goianos que dependem diariamente dessas rodovias.
Duplicação da GO-330 fortalece logística e desenvolvimento no Sudeste goiano
Prefeitos da região Sudeste de Goiás e representante do setor produtivo destacam a importância da duplicação da GO-330, entre Catalão e Ipameri, para o desenvolvimento econômico regional. Segundo eles, a duplicação da rodovia fará com que um volume maior de produtos sejam escoados em menor tempo, o que impacta em redução dos custos logísticos e proporcionando a segurança de quem passa pelo local. Por conseguinte, haverá ainda o fortalecimento do turismo na região.
As lideranças também defendem a continuidade do projeto com a duplicação da GO-020, entre Bela Vista de Goiás e Ipameri, criando um corredor rodoviário capaz de impulsionar ainda mais o crescimento da região.
Bela Vista destaca impacto na produção e no turismo
O prefeito de Bela Vista de Goiás, Eurípedes do Carmo (Podemos), afirmou que recebeu do governo estadual a sinalização de que a duplicação da GO-020 também deve avançar em breve.
“O governador está me informando que vai dar ordem de serviço da duplicação da GO-020 esse ano. Eu imagino que as obras comecem ainda em 2026.”
Mesmo sem contemplar inicialmente o município, o prefeito ressalta que a duplicação da GO-330 já representa um avanço importante para toda a região.

“É de suma importância, pois estamos falando de uma rodovia extremamente para dar acesso a cidades turísticas do Estado, como Caldas Novas e para Três Ranchos. Grandes quantidade de pessoas que passam pela GO-330 vão para essas duas cidades”, explica.
Segundo ele, a rodovia possui papel estratégico para o transporte de insumos agrícolas. “Hoje há muitos caminhões que transitam nessa rodovia para transportar adubos para toda a nossa região.”
Eurípedes também destaca o crescimento da produção agropecuária local. “Bela Vista tem uma produção pecuária muito grande, é casa de uma empresa de laticínios que é uma das maiores do Brasil. Há um trânsito muito grande de transporte de leite de fora para cá e daqui para lá também, para distribuição dos produtos finalizados.”
O prefeito afirma ainda que a expansão das lavouras de grãos tem transformado a economia regional. “Há uma produção muito grande de soja que está entrando a cada ano. Eu te diria que a soja está entrando com muita força em toda essa região. Não é só Bela Vista, é aqui, em Piracanjuba, Cristianópolis… É muita produção de grãos nessa região.”
Sobre a segurança viária, ele acredita que os benefícios serão imediatos. “Com certeza vai diminuir muito os acidentes e preservar vidas. É um investimento que o Estado está fazendo que vale a pena. Vai impactar diretamente na vida das pessoas.”
Pires do Rio aposta em crescimento econômico e logístico
Em Pires do Rio, o prefeito Hugo do Laticínio (Podemos) considera a duplicação uma obra fundamental para sustentar o crescimento da produção agrícola da região.
“Nós estamos esperançosos que, se Deus quiser, vamos conseguir desenvolvimento na nossa região aqui.”
Segundo ele, a economia local depende diretamente da qualidade da infraestrutura rodoviária. “A maior força econômica do município vem da agricultura e dos grãos. Por isso, nós precisamos muito de rodovias boas para melhorar ainda mais o escoamento desses produtos.”
O prefeito destaca que o trecho entre Ipameri e Catalão apresenta desgaste elevado devido ao intenso fluxo de veículos pesados.
“O pessoal reclama muito, principalmente no trajeto de Ipameri até Catalão, que tem uma malha asfáltica muito antiga e com muitos remendos, o que contribui com o registro de acidentes.”

Para Hugo, a duplicação reduzirá riscos e facilitará o transporte de cargas. “Duplicando, já diminui a questão de acidentes. Nós falamos que, se não der conta de duplicar, pelo menos fazer uma terceira faixa em algumas localidades de maior risco de ultrapassagem já ajuda, porque tem muito movimento de caminhões aqui.”
O prefeito acredita que os impactos vão além do agronegócio. “Duplicando, vai ser um eixo que liga a capital de Goiás em outras cidades do Sudeste do país sem necessidade de transitar pela BR-153. Dá para chegar em Araguari (MG), por exemplo, com mais rapidez e, com isso, traz movimento para a nossa cidade.”
Ele também prevê reflexos positivos para o comércio e o turismo. “Provavelmente, nós ganhamos muito com essa duplicação pelo aumento de movimento, não só de transportes e da produtividade da região, mas também turística, o que contribui com a lotação de hotéis, por exemplo.”
Produtores esperam redução de custos e mais competitividade
Presidente do Sindicato Rural de Ipameri, Fábio Barduchi afirma que a obra é aguardada há décadas pelos produtores rurais da região.
“Vai ser algo muito importante porque nós temos muitos produtores que vão entregar girassol e vários outros produtos que têm que ir para Catalão. Vai ser de suma importância para a gente.”

Segundo ele, o impacto da duplicação será sentido diretamente nos custos de produção. “Eu tenho certeza de que vai, inclusive, até baratear frete. Os custos diminuem. Certamente isso vai impactar diretamente no nosso custo.”
Barduchi destaca que o trecho concentra intenso tráfego de caminhões transportando insumos e produção agropecuária. “É grão, é adubo, semente, defensivo… Todos os insumos vêm por aqui. Além de cabeças de gado, que rodam direto entre as cidades.”
Para o dirigente rural, a duplicação representa uma transformação histórica para a região. “Essa duplicação é extremamente importante aqui para nós. Vai ser uma obra dos séculos para a nossa região.”
Ele acredita ainda que a melhoria da infraestrutura estimulará a economia regional. “Eu tenho certeza de que o mercado de Catalão vai ser aquecido. O comércio e todos os segmentos vão ter um upgrade bem grande com isso aí.”
Orizona vê benefícios para principal bacia leiteira de Goiás
O prefeito de Orizona, Felipe Dias (MDB), afirma que a duplicação contribuirá para fortalecer uma das regiões mais produtivas do Estado.
“Benefício para a região sempre é bem-vindo. Nós estamos bastante esperançosos com o trabalho de Daniel Vilela na duplicação dessa rodovia.”
Segundo ele, o município possui forte vocação agropecuária. “É a primeira bacia leiteira, da produção de mel em volume e coentro do Estado de Goiás.”

Além disso, as lavouras comerciais possuem grande participação na economia local. “A produção de soja tem a maior participação no PIB do município. A segunda participação é o leite.”
Felipe Dias destaca que a duplicação facilitará o deslocamento e o transporte da produção. “Essa região nossa é muito agricultável, tem muitas lavouras, e a maior dificuldade é o trânsito em uma pista só.”
Para ele, a obra também ajudará a reduzir custos logísticos. “A duplicação ajuda a baratear o frete e facilita o escoamento.”
O prefeito também ressalta os ganhos na área da segurança. “Sem contar os acidentes que a duplicação irá diminuir. Vidas serão conservadas.”
Para a FAEG, a obra é considerada estratégica para o agro goiano
A obra é considerada estratégica para o desenvolvimento econômico e para o fortalecimento do agronegócio estadual. A avaliação é do vice-presidente institucional da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Ailton Vilela.
Segundo ele, a rodovia é atualmente o principal corredor de escoamento da produção agropecuária de, pelo menos, oito municípios goianos: Catalão, Ipameri, Campo Alegre de Goiás, Goiandira, Orizona, Pires do Rio, Bela Vista de Goiás e Silvânia.
Redução de custos e mais segurança
De acordo com Ailton Vilela, a duplicação terá reflexos diretos na redução dos custos logísticos e no aumento da eficiência do transporte de cargas.
“A duplicação da GO-330, entre Catalão e Bela Vista de Goiás, é estratégica não apenas para o agro da região, mas para todo o Estado de Goiás. Essa obra terá impactos práticos e diretos para a economia, especialmente na redução do custo do frete”, afirmou.
O representante da Faeg explica que a rodovia registra intenso fluxo de caminhões pesados e que a operação em pista simples encarece o transporte.
“A diferença de custo no frete pode variar entre 15% e 20%. Em uma via duplicada, o caminhão trafega com mais fluidez, ganha produtividade e sofre menos desgaste mecânico. Isso se reflete em melhores condições de comercialização para o produtor rural”, destacou.
Além dos ganhos econômicos, a duplicação também é vista como uma medida importante para a segurança viária. Segundo Ailton, o trecho apresenta elevado índice de acidentes envolvendo carretas que transportam grãos e gado vivo.
“Com a pista dupla, há uma redução significativa das colisões frontais. Isso significa menos prejuízos para o setor produtivo e, principalmente, mais vidas preservadas”, ressaltou.

Competitividade e capacidade de escoamento
Ailton Vilela também destaca que a obra contribuirá para aumentar a competitividade dos produtos goianos nos mercados nacional e internacional.
“A produção da região Sul e Sudeste do Estado utiliza a GO-330 para chegar a Anápolis, Brasília e, posteriormente, aos portos. Quando o escoamento enfrenta gargalos, o produtor perde oportunidades de venda e competitividade”, explicou.
Segundo estimativas da Faeg, a duplicação permitirá ampliar em até 30% a capacidade de transporte de cargas na região, sem a formação de gargalos logísticos.
“Com mais capacidade de escoamento, o produtor consegue vender melhor sua produção, ampliar investimentos e gerar mais desenvolvimento para toda a cadeia do agronegócio goiano”, concluiu.
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