Ao Jornal Opção, a reitora da Universidade Federal de Goiás (UFG), Sandramara Matias Chaves, afirmou nesta quarta-feira, 6, que a situação orçamentária da instituição ainda exige atenção, apesar de sinais de recomposição por parte do Governo Federal. Segundo ela, os cortes inicialmente anunciados pelo Ministério da Educação foram revertidos, com a promessa de recomposição dos recursos.

“Aquilo que havia sido anunciado como corte já foi restituído. O governo vem fazendo uma recomposição orçamentária, mas ainda não o suficiente para as inúmeras demandas de uma instituição do porte da UFG”, disse.

A reitora ressaltou que os principais gargalos da universidade estão concentrados na infraestrutura e na manutenção. “Nós temos sérios problemas em relação à infraestrutura e à manutenção da universidade. É fundamental que essa recomposição ocorra de acordo com as necessidades reais da UFG, assim como das demais universidades do país”, afirmou.

Apesar de reconhecer avanços recentes, Sandramara ponderou que os recursos ainda não são suficientes para atender plenamente às demandas da instituição, que tem papel estratégico na formação de profissionais e na produção científica em Goiás e no Brasil.

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